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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

01/05/2011 14:18

Em São Paulo, polícia reprime protesto contra agressão nas lojas Americanas

Viviane Oliveira

A Polícia dispersou os manifestantes com gás de pimenta e balas de borracha

No dia do trabalhador, policiais entram em confronto com manifestantes. (Foto: Anderson Barbosa)No dia do trabalhador, policiais entram em confronto com manifestantes. (Foto: Anderson Barbosa)

Manifestantes da ONG Educafro (Rede de Pré-vestibulares Comunitários e Educação para Afrodecentes e Carentes) e policiais militares entraram em confronto, por volta das 11 horas deste domingo (1) por causa de protesto na Praça da Sé, centro de São Paulo. A manifestação foi contra a agressão sofrida pelo vigilante Márcio Antônio de Souza, 33 anos, dentro das Lojas Americanas em Campo Grande.

Aproximadamente 200 integrantes da ONG manifestavam contra o espancamento ocorrido nas Lojas Americanas no último dia 23.

Os manifestantes pretendiam invadir a loja e exigir medidas dos responsáveis pela empresa, como uma indenização à vítima e a punição dos acusados da agressão.

Além disso, eles pediam a contratação de negros para cargos de chefia e exposição de 25% de bonecas negras na vitrine da loja.

A PM (Polícia Militar) fazia ronda pelo local e diz ter a viatura atingida por uma pedra, jogada pelos manifestantes.

Com a suposta agressão, os policiais começaram a dispersar os manifestantes com gás de pimenta e balas de borracha. Ninguém ficou ferido.

Depois da confusão, os manifestantes da ONG juntaram-se à comemoração do dia do trabalho.

O caso - Márcio foi espancado pelo segurança das Lojas Americanas, Décio Garcia de Souza no último dia 23. A vítima foi acusada de furtar ovos de páscoa de dentro da loja. A polícia instaurou inquérito para apurar o caso. (Com informações do site R7)



o certo é fechar estas lojas...só esta trazendo problemas para a população do brasil inteiro..
 
wilson dourado em 02/05/2011 12:26:08
eu era criança e ia nas lojas americanas na rua dom aquino, eles tinham uma lançhonete no centro da loja eles serviam uma sopa incrivel num prato bem bonito, com o tempo essa loja foi ficando defasada, sempre tinha preços baixos mas o predio ia se acabando sem manutençao acho que essa loja deve ser de alguma rede mundial muito rica, mas que provavelmente com o passar do tempo se perdeu na administraçao, depois mudaram para a quinze de novembro que tive oportunidade de visitar e vi que fizeram um caxotao so para manter se no mercado vendendo mas como sempre sem nenhum detalhe de acabamento de luxo como todas as lojas estao fazendo hoje, e mais triste e ver que certas pessoas que estao na direçao colocarem pessoas na segurança com tao pouca delicadeza sem postura de atender o cliente de maneira satistaforia e agora com uma insatisfaçao tao grande de se fazer uma movimentaçao a nivel nacional, ta indo de mal a pior desse jeito.
 
luiz fernandes em 02/05/2011 09:10:27
Adriano, negro ou não, culpado ou inocente, NADA justifica a abordagem feita pelos seguranças da loja. Eles deveriam ter simplesmente chamado a polícia caso fosse constatado o furto. Não sei se a agressão tem ou não a ver com racismo, mas não deixa de ser uma agressão e não há justificativa.
 
Murilo Delmondes em 02/05/2011 01:01:09
Pode até ser que algum espírito de porco tenha jogado a pedra na viatura. Mas quem garante que esses policiais não tenham sido solicitados pelos administradores da própria loja. São suposições, mas depois da tolerância com a violência praticada dentro desta empresa podemos esperar de tudo.
 
Marcos Ribeiro em 01/05/2011 10:56:24
Acho que está havendo uma distorção e radicalização nessa questão aí, vamos parar de culpar um dos dois envolvidos antes que os fatos sejam esclarecidos. Primeiro, os furtos em lojas e supermercados são diários, e quem paga a conta somos nós consumidores, com o conseqüente encarecimento dos produtos. Segundo: da quase certeza da inocência da vítima, passei a duvidar quando o sujeito se apresentou como negro, basta olhar as fotos e seus traços faciais. Por que ele se declara "negro"? Para se colocar como vítima de racismo, já que a outra questão, a do furto, certamente deve haver provas e imagens suficientes para incriminá-lo, e ele deve saber isso. Aí ele levantou a questão racial, incluindo-se em uma raça a qual ele não pertence e quem o vê percebe que ele não é negro. Como já disse, basta olhar as fotos.
 
Adriano Roberto dos Santos em 01/05/2011 06:15:42
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