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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

29/01/2015 16:03

Enersul não detalha investimentos e negociações para evitar aumento continuam

Vania Galceran

Continua hoje em Brasília a discussão sobre o reajuste tarifário da energia, que entrará em vigor em 8 de abril. O aumento pode chegar a 40% e parlamentares de Mato Grosso do Sul, estão acompanhando de perto a discussão e tentam evitar que a Energisa, concessionária que administra o serviço em MS, repasse para o consumidor os custos desse aumento.

“Quando assumiu a Enersul, a Energisa fez compromisso de que o consumidor não assumiria despesas por conta de erros da gestão anterior”, frisou o deputado Marquinhos Trad (PMDB). 

Este ano, segundo Marquinhos, o consumidor deve arcar com “o represamento de encargos setoriais” (taxas pagas pelo consumidor para garantir o funcionamento do setor) feito pelo Governo Federal em 2014. 

O aumento em todos os Estados deve variar entre 35% a 40%. A possibilidade foi informada ao deputado, em dezembro, pelo diretor da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), André Pepitone. “Obras de 34 hidrelétricas estão atrasadas e o consumidor está pagando mais caro para o sistema conseguir suportar o consumo”, exemplificou.

Ainda de acordo com informações do parlamentar, uma parte do aumento é reflexo dos encargos nacionais e outra é reivindicação da concessionária.

“Os dados são genéricos, cobramos mais detalhes para poder rebater as informações e evitar tarifaço”, disse Marquinhos. Ele quer saber se a Energisa está cumprindo metas e investindo o que prometeu. “A queda de energia no Estado, por exemplo, é frequente e não atende metas impostas pela Aneel”, ponderou.

Mudança de nome – Ainda em Brasília, Marquinhos voltou a se manifestar contra a mudança de nome da Enersul. No dia 16, a Energisa publicou em órgão de imprensa convocação de assembleia para o dia 2 de fevereiro. Em pauta, a troca do nome da concessionária.

“Não queremos que isso aconteça, pois vamos perder a identidade e também entendemos que como é um contrato de concessão o Grupo não é dono da empresa, somente tem um contrato temporário de uso”, defendeu. “A Enersul é a empresa de referência no Estado, a mudança de nome faz com que esta referência se perca”, completou.

Presidente do Sinergia/MS (Sindicato dos Eletricitários de Mato Grosso do Sul), Élvio Vargas também foi a Brasília se manifestar contra a troca de nome. “Estão mais preocupados em mudar o nome do que mostrar detalhes dos motivos do reajuste pleiteado”, comentou.

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