ACOMPANHE-NOS     Campo Grande News no Facebook Campo Grande News no X Campo Grande News no Instagram Campo Grande News no TikTok Campo Grande News no Youtube
SETEMBRO, QUARTA  02    CAMPO GRANDE 19º

Interior

Após queda da ponte do Rio Taquari, governo decreta emergência para 3 cidades

Segundo a publicação, a situação é válida para Corumbá, Ladário e Coxim

Por Fernanda Palheta | 02/09/2026 09:21
Após queda da ponte do Rio Taquari, governo decreta emergência para 3 cidades
Ponte desabou na quinta-feira (13), provocando a morte de uma pessoa e interrompendo o tráfego no trecho (Foto: Reprodução)

A queda da ponte sobre o Rio Taquari, na MS-214, em Coxim, cidade a 253 quilômetros de Campo Grande, que provocou a morte de um motorista, colocou três cidades sul-mato-grossenses em situação de emergência por seis meses. O decreto foi publicado no Diário Oficial do Estado desta quarta-feira (2).

RESUMO

Nossa ferramenta de IA resume a notícia para você!

Três cidades de Mato Grosso do Sul entraram em situação de emergência por seis meses após a queda de uma ponte sobre o Rio Taquari, na MS-214, em Coxim, que matou um motorista. O decreto publicado no Diário Oficial abrange Coxim, Corumbá e Ladário. O governo estadual informou que a estrutura passará por perícia especializada para identificar a causa do colapso.

De acordo com a publicação, a situação de emergência é válida para Coxim, cidade afetada diretamente pela queda da ponte, além de Corumbá e Ladário, a 428 e 426 quilômetros de Campo Grande. As duas cidades pantaneiras também entraram em emergência, pois a ponte era um dos acessos à região.

Enquanto não há a recuperação da ponte, quem precisa trafegar na região deve retornar pela MS-423 (para quem vai sentido norte) ou MS-214 (para quem vai sentido sul) até a BR-163.

A justificativa para o decreto é que os municípios foram "afetados por desastre, classificado e codificado como Colapso de edificações / Queda de estrutura civil".

A medida autoriza a mobilização de órgãos estaduais para atuarem, sob a coordenação da Defesa Civil, nas ações de resposta ao desastre, reabilitação do cenário e reconstrução; a convocação de voluntários e a realização de campanhas de arrecadação de recursos.

Autoridades administrativas e agentes de Defesa Civil poderão adotar ações emergenciais em caso de risco iminente, incluindo a entrada em residências para prestar socorro ou determinar evacuação, além da utilização de propriedades particulares em situações de perigo público, com garantia de indenização posterior em caso de danos.

Também fica autorizada a dispensa de licitação para contratação de bens e serviços necessários ao enfrentamento da emergência, desde que restritos ao atendimento da situação emergencial e com prazo máximo de 1 ano para conclusão das obras e serviços, vedada a prorrogação contratual e a recontratação da mesma empresa.

Governo de Mato Grosso do Sul informou que a estrutura passará por uma perícia especializada para análise completa para entender a causa real da queda.

Em nota, a Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos) detalhou que a avaliação preliminar não identificou problemas aparentes e por causa disso, há “necessidade de investigação complementar aprofundada” com “sondagens, inspeções subaquáticas e avaliações estruturais detalhadas”.

Receba as principais notícias do Estado pelo Whats. Clique aqui para acessar o canal do Campo Grande News e siga nossas redes sociais.