Caminhoneiro paranaense é preso com carga milionária de cocaína em carreta
Os 315 quilos de pasta-base estavam escondidos nas laterais do bitrem caçamba que seguia para o Paraná

O caminhoneiro paranaense Rogério André de Vargas, de 40 anos, foi preso nesta quarta-feira (3) transportando 315 quilos de pasta-base de cocaína em compartimento oculto nas laterais de uma carreta bitrem caçamba. Levando em conta o preço estimado de US 8 mil por quilo nos grandes centros urbanos, a carga está avaliada em pelo menos R$ 12,6 milhões.
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Caminhoneiro paranaense de 40 anos foi preso em Dourados transportando 315 quilos de pasta-base de cocaína, avaliada em R$ 12,6 milhões, escondida em compartimento oculto de uma carreta. Ele confessou ter sido contratado por R$ 90 mil e que esta seria sua terceira viagem transportando drogas de Mato Grosso do Sul ao Paraná. A apreensão foi realizada pela PRF com apoio da Ficco-PR.
A apreensão foi feita por policiais da Delegacia Especializada de Fronteira da PRF (Polícia Rodoviária Federal) em Dourados, a 251 km de Campo Grande.
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O motorista foi abordado no anel viário de Dourados e os policiais perceberam que o bitrem Scania estava vazio. Rogério informou que estava vindo de Guaíra (PR) e carregaria em uma indústria de Dourados para levar a carga ao Porto de Paranaguá (PR).
Entretanto, o caminhoneiro apresentou contradições ao ser perguntado sobre o dia em que havia chegado a Dourados. Durante uma vistoria na carroceria, os policiais perceberam um compartimento oculto nas laterais, onde estavam os tabletes de droga.
Com a descoberta da cocaína, Rogério confessou que havia sido contratado por R$ 90 mil para levar a carreta com a droga até o porto paraense. Segundo ele, essa seria a terceira viagem transportando cocaína de Mato Grosso do Sul para o Paraná. Ele foi levado para a Delegacia da Polícia Federal em Dourados. O trabalho recebeu apoio da Ficco-PR (Força Integrada de Combate ao Crime Organizado).
Apesar de o motorista informar que a carga seria levada para o porto, os policiais acreditam que a droga tinha como destino final o mercado interno, pois o produto direcionado ao exterior é o chamado “cloridrato de cocaína”, a droga refinada em estágio puro.
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