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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

13/03/2016 17:35

Com carta lida por líderes religiosos, protesto reuniu 10 mil pessoas

Priscilla Peres e Helio de Freitas, de Dourados
Pessoas andaram pelas principais ruas e terminaram o protesto na praça Antônio João. c (Foto: Eliel Oliveira)Pessoas andaram pelas principais ruas e terminaram o protesto na praça Antônio João. c (Foto: Eliel Oliveira)

Dez mil pessoas, segundo estimativa da Polícia Militar, participaram do protesto contra a corrução e o governo Dilma Rousseff (PT) nesta tarde, em Dourados - distante 233 km Campo Grande. A organização estima 22 mil pessoas na manifestação, que foi encerrada há pouco na praça Antônio João.

O presidente da Aced (Associação Comercial de Dourados) Antônio Nogueira, principal líder dos protestos no município, afirma que em março do ano passado (início dos protestos) não era o momento do Impeachment, mas ele mudou de opinião e hoje defende a troca no comando do país.

"A Dilma não conseguiu provar neste ano que é merecedora da confiança dos brasileiros e deveria renunciar porque as denúncias só aumentaram e agora surgem fatos novos todos os dias. Mas ela como guerrilheira que é não vai renunciar então o impeachment é a única saída", defendeu o presidente.

Sobre o fato de em eventual impedimento do vice-presidente Michel Temer assumir, Nogueira citou a ação que pede a cassação da chapa. "A Dilma tem que sair. Depois que se investigue os que assumirem ou se faça novas eleições ".

A manifestação percorreu diversas ruas da cidade e terminou na praça Antonio João, por volta das 17h, onde o Padre Crispim e pastor Jeder leram uma carta de repúdio à corrupção, onde dizia que "nosso país está em colapso, vivemos uma crise social, política e econômica".

"Quem crê em Deus tem que acreditar que Deus vai fazer Justiça e que o juiz Sergio Moro vai salvar o Brasil", disse o pastor Jeder.

Segundo o padre Crispim os brasileiros estão manifestando a cidadania. "Justiça é para todos, para o PT, para o PMDB, para o PSDB. E tem que ser para todos, governos e cidadãos", disse ele que também "puxou a orelha" das pessoas que jogaram lixo na rua durante o protesto.



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