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Suspeito de matar colega em fazenda de MS é preso em Campinas

Crime ocorreu em março e vítima de 58 anos foi encontrada morta em propriedade rural

Por Gustavo Bonotto | 14/09/2026 21:43
Suspeito de matar colega em fazenda de MS é preso em Campinas
Santiago Faustino da Silva é escoltado de viatura para delegacia de Campinas (SP). (Foto: Reprodução/Coxim Agora)

Santiago Faustino da Silva, de 52 anos, foi preso em Campinas (SP) e confessou ter matado o colega de trabalho Edemar Candido Alexandre, de 58, durante uma desavença em uma propriedade rural de Coxim, a 253 quilômetros de Campo Grande. Segundo informações divulgadas sobre o caso, o homem afirmou que atingiu a vítima com um pedaço de madeira e fugiu para o interior paulista. A morte ocorreu em março deste ano.

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Homem de 52 anos foi preso em Campinas e confessou ter matado o colega de trabalho Edemar Candido Alexandre, de 58, com um pedaço de madeira durante uma briga em propriedade rural de Coxim, a 253 km de Campo Grande. O crime ocorreu em março deste ano. O suspeito fugiu para o interior paulista e foi localizado pela Guarda Municipal de Campinas no dia 7. O preso está à disposição da Justiça em São Paulo.

Santiago foi localizado por equipes da Guarda Municipal de Campinas no dia 7 deste mês. Conforme o site Coxim Agora, ele relatou que trabalhava com Edemar e que os dois discutiram antes do ataque. As circunstâncias apresentadas pelo suspeito ainda serão confrontadas com os elementos reunidos durante a investigação.

Edemar foi encontrado morto em uma propriedade rural na região conhecida como sentido Pantanal, em Coxim, no dia 20 de março. A suspeita inicial era de que ele tivesse sido atacado na noite anterior. O corpo apresentava ferimentos graves.

As primeiras informações apontavam para a possibilidade de uso de faca no crime, inclusive com suspeita de corte no pescoço. No entanto, o relato atribuído a Santiago indica que o trabalhador teria sido atingido com um pedaço de madeira. A divergência deverá ser esclarecida a partir dos exames e demais provas obtidas no caso.

Na época, equipes da Polícia Civil e da perícia foram chamadas até a propriedade para levantar informações sobre a morte. Não havia indicação sobre quem teria cometido o crime nem sobre a motivação. A apuração continuou nos meses seguintes.

Segundo o relato divulgado nesta segunda-feira (14), Santiago deixou Mato Grosso do Sul depois da morte e seguiu para Campinas. A localização dele permitiu o cumprimento da ordem de prisão. O homem permaneceu à disposição da Justiça em São Paulo.