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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

02/07/2015 19:12

MPE investiga "infiltrados" de empreiteiras dentro da Agesul até 2014

Ricardo Campos Jr.

Construtoras e empresas de consultoria vencedoras de licitação mantinham funcionários dentro da Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos) na gestão do ex-governador André Puccinelli (PMDB). A permanência de terceiros na repartição pública, garantida por meio de cláusulas contratuais, está sendo investigada pelo MPE (Ministério Público Estadual).

Denúncia encaminhada à 30ª Promotoria de Justiça aponta que o papel dos “infiltrados” era facilitar o acesso de empresários ao governo estadual. Ao final do mandato de Puccinelli, conforme os arquivos da apuração, essas pessoas teriam sido demitidas sem o pagamento de direitos trabalhistas.

Lista anexada ao inquérito contém as empresas que teriam participado do esquema e o nome dos respectivos funcionários. Entre as investigadas estão a Luca Assessoria Empresarial, Construtora Rial, Imporcate, Wala Engenharia, Ciacom Construção e Obras, CPR Consultoria e Projetos, Alvorada Construtora, LD Construtora, Proteco, Juha Engenharia, EGA Construção e Intermediação, GMB Engenharia, Equipe Engenharia, Vale Velho Construtora, Avance Construtora, Sistema Pri, RMW Empreendimentos e Eneparv.

Todas essas empresas responderam aos ofícios encaminhados pelo MPE no intuito de prestarem esclarecimentos sobre as denúncias.

A Imporcate, Wala e Alvorada negaram as irregularidades. Elas mandaram as listas de funcionários e ex-funcionários para comprovar que os nomes enviados ao Ministério Público sequer existiram dentro das companhias.

Todas as demais confirmaram a contratação das pessoas listadas e encaminharam cópias dos comprovantes de rescisão contratual e pagamentos de todos os direitos trabalhistas.

A Luca, Rial, CPR, LD, Proteco, Juha, GMB, Vale Velho, Avance, Sistema Pri, RMW, EGA e Eneparv afirmaram também que os colaboradores realmente ficavam dento da Agesul, mas diante da cláusula contratual que previa tal procedimento.

Já a Ciacom diz que o funcionário cujo nome aparece na lista não ficava no órgão público e a Equipe fala que o colaborador só ia até a Agência quando era necessário.

A Policon Engenharia também foi denunciada e não respondeu ao ofício do MPE.

O Campo Grande News tentou contato com o ex-governador André Puccinelli, mas ele não atendeu as ligações. 

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