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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

20/02/2009 21:23

Polícia nega que jovem de MS tenha sido estuprada no PR

Redação

O delegado responsável pelas investigações da morte do estudante Osíris del Corso, Luiz Alberto Cartaxo, negou hoje, por meio da assessoria da SSP (Secretaria da Segurança Pública), que a namorada do jovem foi violentada no dia 31 de janeiro no Morro do Boi, em Matinhos, no litoral do Paraná.

A universitária de 23 anos, estudante de farmácia e educação física, fazia trilha com o namorado Osíris e em determinado momento, segundo ela, o casal foi abordado por um homem que disse ser guia turístico e os levaria para a Praia dos Amores. Em um determinado local, pegou uma arma de fogo e anunciou o assalto, matando o rapaz por ter reagido.

Ela é natural de Dourados e foi ainda criança morar em Curitiba, capital paranaense, conforme informações apuradas pela Folha On Line.

Apesar de afirmar que as investigações apontam para "motivação sexual", o delegado afirmou que a moça alegou que o suspeito preso a teria molestado, tocando inclusive em suas partes íntimas.

O problema é que não foi constatado estupro, até porque o advogado do suspeito de 32 anos, Nilton Ribeiro, disse que seu cliente negou o crime, tendo inclusive afirmado que tem aids e hepatite C, não conseguindo andar cem metros sem descansar.

Segundo a Polícia Civil do Paraná, o principal suspeito dos crimes vai ser indiciado por latrocínio consumado, latrocínio tentado e atentado violento ao pudor. Ele está preso desde terça-feira. A polícia baseou a prisão no reconhecimento feito por uma das vítimas e no depoimento de duas testemunhas.

Contudo, o advogado Nilton Ribeiro, reforça que o enquadramento por latrocínio foi uma "manobra" da polícia. Ele atesta que o cliente seria absolvido pelo júri popular, em razão das trapalhadas que fizeram e por isso agora a polícia está inventando o latrocínio, que segundo ele, só é julgado pela juíza.

O advogado afirmou à Folha On Line que tem provas de que o suspeito estava trabalhando no dia do crime, a cerca de 22 quilômetros do Morro do Boi, e cobrou o exame de DNA do esperma.

No fim da tarde de quinta, o suspeito foi levado ao Hospital Vita, onde a jovem está internada, sendo "definitivamente" reconhecido. Ela o teria observado por de trás de vidros. Antes, a vítima já o havia reconhecido por fotos e gravações de vídeo.

Mas o teste de DNA, uma das provas com que a polícia contava no início das investigações, deu resultado negativo. Manchas encontradas em uma camiseta amarela que estava no morro não combinam com as características genéticas do suspeito. No entanto, Cartaxo afirmou que esse resultado era esperado. (Com informações da Folha On Line).

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