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De olho na TV

Igreja cada vez ocupa mais espaço na mídia local

Por Reinaldo Rosa | 03/12/2018 12:12

SHOW GOSPEL – A onda de emissoras voltadas ao sincretismo evangélico não vê barreiras em Mato Grosso do Sul. Empresários da comunicação sonora trocam onerosos departamentos comerciais por sublocação de espaços.

GUINADA – A mais antiga emissora de Campo Grande –e reveladora dos principais profissionais da área- a ex-Rádio Cultura agora é ‘Rádio Hora’. Atuais diretores têm pretensão de fazer o prefixo como o principal do setor no Brasil. Modéstia à parte.

NO ACEMPT – ‘Cover 99’, na FM Educativa UFMS tem apresentadora de bem com o idioma de Tio San. Boa programação musical –com predominância de hits internacionais- é interrompida apenas por sucintos boletins informativos de hora em hora.

ONDE PEGA - ‘Repórter Nacional’, da NBC, de Brasília; tem pauta sobre o Brasil e o mundo; pouca –ou nenhuma- notícia sobre a realidade guaicuru. Curso de Comunicação da entidade de ensino poderia ampliar mercado de trabalho a profissionais locais.

ONDE PEGA II – O noticioso da Rádio Nacional de Brasília, abre espaço “para as notícias de sua região” cujo bloco é esnobado por parte da emissora da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. Simples assim.

HÁ VAGAS – ‘Globo Esporte’, da TV Morena continua líder de audiência dos loucos por futebol –e outros esportes- graças a falta de foco das concorrentes. SBT/MS, Rede Record e TV Interativa têm programas sobre esporte como o patinho feio de programações.

ENQUANTO ISSO – A garimpagem de atrações sobre esporte segue em emissoras fora do eixo de retransmissoras de redes de TV. No programa ‘Giro do Esporte’, da TV Educativa focaliza a decisão da Série B e expectativas para os torneios estaduais em 2019.

ELE NÃO - O governador eleito de São Paulo, João Doria, em 1989, ao abraçar Jô Soares, colou em suas costas um adesivo da candidatura de Collor. "É uma pessoa pequena", escreve Jô no ‘O livro de Jô – Uma autobiografia desautorizada’.

ENTRE SAFRA – ‘Jornal Hoje’, da rede Globo, está perdendo espaço para informativo com teor policialesco de outras concorrentes. Ritmo de final de ano e pauta política com poucas mudanças –até decepções com decisões do STF pouco interessam- provocam a procura por outras possíveis novidades alhures.