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Em Pauta

A inauguração do debate sobre sexo. Quantas vezes é normal?

Por Mário Sérgio Lorenzetto | 01/08/2022 07:00
Campo Grande News - Conteúdo de Verdade

O Mato Grosso do Sul inaugura um debate nunca ocorrido. Não só aqui, mas no país inteiro, o debate político sempre está centrado em escândalos de corrupção. Nunca sobre a sexualidade dos candidatos. É o inverso dos Estados Unidos e da Europa, onde uma só "escapada", uma traição, detona candidaturas e, ao mesmo tempo, todos fingem que não existe corrupção. Enquanto discutimos a relação da sexualidade com o poder de um dos candidatos ao governo estadual, o Ocidente fala de quantas relações sexuais semanais devem ser consideradas normais.


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Fogosidade da mulher destrói um homem?

Os jornais do mundo trazem uma foto do artista hollywoodiano Ben Aflleck dormindo em um barco, onde ocorre sua lua de mel, com a atriz Jennifer López. O "escândalo" é que ela exigiu no contrato matrimonial ter relações sexuais quatro vezes por semana. A fogosidade da musa estaria "destruindo", esgotando o famoso ator.

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Quatro vezes por semana é normal.

Quem tenta responder essa indagação é a Universidade de York, no Canadá. A pesquisa assinala que ter uma relação semanal é o mais comum entre 26 países pesquisados. Outra pesquisa global, o "Informe Durex", revelou que os gregos e os brasileiros são os povos que melhor se destacam nessa "regra" de uma relação sexual semanal. Nada menos de 87% dos gregos mantém essa performance, seguidos por 82% dos brasileiros. No outro extremo, se situam os japoneses, com algo em torno de 33%, seguidos pelos norte-americanos e nigerianos - empatados com 53%. Comum não é sinônimo de normal. Quem dita a quantidade de vezes é o casal.

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