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20/06/2018 07:43

A terapia experimental que pode eliminar metástases

Mário Sérgio Lorezentto
A terapia experimental que pode eliminar metástases

Um auto-transplante de linfócitos funcionou contra os tumores mais letais. Mas os cientistas advertem que essa técnica ainda "esta em sua infância". Ma há casos de pessoas com tumores nas mamas, no fígado e em outros órgãos, que os médicos lhes davam um ou dois meses de vida. Quatro anos depois, estão vivos e não têm mais nenhum rastro de câncer no corpo. Também há casos de metástase no intestino e outros órgãos que os pacientes também tiveram seus tumores erradicados. Os cientistas estão trabalhando nessa técnica de auto-transplante de linfócitos, mas avisam que, até agora, somente 15% dos casos obtiveram sucesso.
A nova técnica é conhecida como "TIL" - linfócitos que infiltram no tumor. É uma nova variante da imunoterapia. Na atualidade, já há no mercado norte americano e europeu medicamentos baseados em anticorpos que se unem aos linfócitos. Eles se unem às células tumorais e as destroem. O maior problema dos tratamentos imunoterápicos está no custo. Custam a fortuna de US$200.000 a US$400.000. O tratamento com TIL é uma proposta que, talvez, venha a barateá-los.

A terapia experimental que pode eliminar metástases
A terapia experimental que pode eliminar metástases

Ti-Ti-Ti do Titi

Como os russos chamam a montanha russa? E a roleta russa?

O Mundial de Futebol é um desses evento que serve, entre outras muitas coisas, para promover o turismo no país que o organiza. Graças a toda exposição midiática, podemos aprender muitas coisas sobre a Rússia.
Pode parecer estranho, mas os russos chamam as famosíssimas montanhas que levam seu nome de "montanhas americanas". Esses brinquedos, são conhecidos pelos franceses como "montagnes russes". Em italiano, elas são "montagne russe". Mas em inglês, são "roller-coasters".
Na Rússia levam esse nome porque as versões modernas tiveram sua origem nos Estados Unidos do século XIX. Nos outros países são chamadas de russas porque nos séculos XV e XVI, em alguns povoados russos, construíram tobogãs de madeira para deslizar sobre o gelo. Os aventureiros se sentavam em blocos de gelo e deixavam que a gravidade seguisse seu curso.
No século XIX, a atração foi exportada para a França, onde recebeu o nome pelo qual a conhecemos. Alí não fazia tanto frio. Resolveram o problema colocando rodas em pequenas vagonetas. Ninguém prestava atenção às medidas de segurança, pelo contrário, por estranho que pareça, as feridas e ossos quebrados que sofriam os aventureiros aumentava a notoriedade e o público que assistia. O bom mesmo era quebrar ossos.

A terapia experimental que pode eliminar metástases

Já a roleta russa, levava o mesmo nome na Rússia - "russkaya ruleta". Também é conhecida como "ruleta húsar" ou, ainda, por "soprano". Uma das primeiras menções a arriscar a vida com uma pistola carregada com uma só bala, aparece no "O fatalista", conto escrito por Mijaíl Lémontov, incluído no livro "Herói de nosso tempo", de 1840. Mas esse jogo do suicídio só foi adquirir fama em 1937. Foi quando o suíço Georges Surdez publicou um conto que recebeu o nome de "Roleta russa". Nesse relato quem apresenta o jogo suicida é um sargento russo da Legião Estrangeira Francesa. Sua versão é bem mais complicada para a sobrevivência, já que só retiravam uma bala e deixavam cinco. O relato narra a existência desse jogo durante a Guerra Civil ocorrida na Rússia. Os estudiosos dizem que é apenas uma ficção.

A terapia experimental que pode eliminar metástases

Dilemas éticos: Neymar pode ganhar mais que um médico?

Pensar que o indivíduo é auto suficiente é um erro. Todos vivemos em uma só comunidade e, nela, formamos nossas convicções. Pode ser a favor ou contra, mas não nos é estranho que um futebolista ganhe mais que um médico. Mas temos de indagar, de refletir: a única coisa que importa nos intercâmbios dos mercados sejam fruto só da liberdade de mercado? O mercado é livre para fazer o que bem entender? Está nessa mesma linha de pensamento a questão dos impostos. Eles são um roubo do dinheiro que ganhamos sem o auxílio de quem quer que seja? Há argumentos que propõem que os impostos são equivalentes à escravidão, uma vez que nos obriga a trabalhar para ele.
As objeções a esses pensamentos de total liberdade para os mercados é a de que os jogadores não chegaram a atual posição unicamente por seu esforço. Por muito que eles tenham trabalhado, não escolheram nem o país e nem a família em que nasceram. É inegável que Neymar trabalhou e exercitou seu talento, mas teve a sorte de nascer com tais dotes em uma sociedade que os valoriza e recompensa. Uma sociedade onde a diversão é mais importante que a cura dos males de nosso corpo.
Também podemos ir aos extremos. Uma pessoa têm o direito de dispor de seu corpo como bem desejar? Pode vender um rim ou alugar seu ventre? Se pode vender um rim, porque não pode vender o segundo, ainda que isso suponha sua morte? A objeção fica por conta de que em verdade, não há um mercado totalmente livre. Ele não pode existir. Não se pode aproveitar da necessidade extrema de um vendedor de rim. Os mercados não são apenas mecanismos, eles, obrigatoriamente, devem encarnar valores.Valores que devem ser salvaguardados. E, assim, retornamos à consideração inicial: porque aceitamos (alguns aplaudem) que Neymar ganhe mais que um médico?



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