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21/11/2017 06:30

Piloto faz desenho obsceno nos céus de Washington

Mário Sérgio Lorenzetto
Piloto faz desenho obsceno nos céus de Washington

Um piloto do Exército dos EUA criou um escândalo nos céus de Washigton. Desenhou um imenso pênis com a fumaça do caça que pilotava. O jornalismo mundial acredita que esses são os votos do piloto para o Presidente dos EUA, Donald Trump. "Vamos investigar este incidente para obter todos os dados e atuar em consequência", disse o Vice-Almirante Mike Shoemaker. É a foto viral da semana em todo o mundo.
Há alguns dias os norte-americanos, sempre muito pudicos, e devotos dos escândalos sexuais, vem discutindo o tamanho do pênis do presidente carregado de tintas para ferir seu descomunal ego. Essa história não é nova, nem teve início nos Estados Unidos. Foi na França de Napoleão que pela primeira vez ligaram o tamanho do pênis de um mandatário com seu poder de chefiar.

Piloto faz desenho obsceno nos céus de Washington
Piloto faz desenho obsceno nos céus de Washington

A incrível história das partes íntimas de Napoleão.

Há dez anos faleceu um homem chamado John Lattimer. Era uma eminência na urologia, professor na Universidade de Columbia e colecionador de curiosidades como a cápsula de cianureto que matou o nazista Hermann Göring. Também era dono do pênis de Napoleão Bonaparte. Se o imperador francês não continuava sendo dono de seu pênis era por causa do medico que fez sua autópsia. Cortou o membro do comandante e o entregou a um padre.
A partir daí a viagem desse pênis até os EUA é um tanto confusa. Segundo o Washigton Post, o padre vendeu o pênis para um dono de livraria inglês. Mas o New York times têm outra versão: quem comprou o pênis foi um arrecadador de impostos da Filadelfia, que o expôs em uma mostra de arte francesa em N.York, em 1927. Um jornalista do times viu essa exposição e a descreveu da maneira mais chamativa do história do jornalismo: "Os sentimentalóides soluçaram, as mulheres superficiais riram. Em uma vitrine de cristal viram algo que parecia com uma tira de cordões de sapatos maltratada ou uma enguia enrugada".
Esse objeto que ninguém tem claro sé é ou não o pênis de Napoleão criou esse alvoroço todo porque durante décadas foi uma piada privada entre historiadores. Napoleão seria de baixa estatura e seu pênis minúsculo. É isso que liga Trump a Napoleão. A arrogância, o desejo descontrolado pela guerra e o possível tamanho de sua "arma".

Piloto faz desenho obsceno nos céus de Washington

Enquanto Pelé aparecia, Streltsov desaparecia em um Gulag.

Pelé teria um forte adversário. Streltsov era considerado o melhor jogador de futebol do mundo. O garoto prodígio da época. Moscovita, teve uma aparição fulgurante no futebol. Aos 16 anos foi o jogador mais jovem de seu país a marcar gols na primeira divisão. Com 17 foi o artilheiro da competição. Em suas primeiras aparições com a seleção de seu país, marcou vários "hat-tricks", três gols por partida. Foi o melhor jogador nas Olimpíadas de Melbourne e conquistou a medalha de ouro. Não jogou a ultima partida nessa competição. Começavam seus problemas.
Streltsov jogava na equipe "Torpedo", da fábrica de automóveis "Zil". Os poderosos comunistas queriam que ele passasse para o CSKA, a equipe do Exército - ou para o Dínamo - equipe da polícia. Streltsov não aceitava. Era fiel ao Torpedo. Era incontrolável em outros aspectos. Usava um topete no estilo de James Dean. Era caprichoso e anárquico em campo. Amante da vodka e de muitas mulheres. Era, em todo, refratário a qualquer autoridade. E vivia em um lugar e em uma época onde isso não era nada recomendável.
Entre outras autoridades, chocou-se com a poderosíssima Ministra da Cultura Ekaterina Furtseva. A poderosa pretendia nada menos que Streltsov se cassasse com sua filha. Ele não só se negou com ainda fez comentários desagradáveis sobre a moça.
Nas vésperas do Mundial de 1958, sua seleção estava concentrada bem próximo de uma "dacha" - casa de campo - de um importante general de nome Eduard Karahanov. O general preparou uma grande festa para os jogadores. Mulheres e vodka. Streltsov saiu preso da festa. Acusado de estuprar uma moça. Ele negava. Propuseram que ele assinasse a acusação e iria ao Mundial. Jogariam o escândalo para baixo do tapete. Streltsov assinou... A seleção foi para a Suécia sem ele. O jogador foi para a Sibéria condenado a 12 anos.
Em 1964, nos tempos de Brejnev, seu caso foi revisto. Investigações de jornais anteriormente mostravam que ele havia sido vítima de uma trama cruel das autoridades. Saiu do Gulag na Sibéria. Era uma lástima. Um homem destruído. Ainda jogou futebol, sem o brilho anterior. A filha da ministra perdeu o casamento almejado. O mundo perdeu aquele que poderia ser o rival de Pelé.



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