Após fio rompido por guincho, família fica no escuro e busca responsável
Veículo que guinchava caminhão passou pela Rua Himalaia e causou o transtorno
RESUMO
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A casa onde moram de aluguel a empregada doméstica Andreia Cristina dos Santos Ganimo, o marido e os dois filhos está sem acesso à energia elétrica há quase uma semana, desde que um guincho carregando um caminhão de pequeno porte passou pela rua e arrebentou o fio de um poste. Ela relatou o transtorno ao Direto das Ruas.
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A residência fica na Rua Himalaia, no Bairro Marcos Roberto, em Campo Grande. Andreia acionou a Energisa e descobriu que houve um dano ao padrão de energia. Como o equipamento é de responsabilidade do proprietário do imóvel, a família passou a dever R$ 500 ao locador pela substituição e pela mudança para o sistema bifásico.
A moradora conseguiu o contato do motorista que dirigia o guincho na sexta-feira (18) e questionou sobre o incidente. Em contato com a reportagem, o homem justificou que a altura com a carga atingiu 4,37 metros, sendo que a permitida em vias urbanas é a de 4,40 metros.
O motorista também afirmou que os fios da região estão rebaixados por falta de manutenção na rede e devido a constantes furtos dos cabeamentos praticados por ali por dependentes químicos e pessoas em situação de rua.
Enquanto isso, Andreia ainda cobra a ativação do novo padrão por equipe da concessionária. "Estou desde domingo aguardando, pirando com duas crianças em casa, e ninguém veio. Eles disseram que têm cinco dias úteis, o prazo termina às 12h de hoje (25). Nem sei se minha geladeira ou alguma outra coisa queimaram", diz.
O que diz a Energisa - Em nota enviada ao Campo Grande News, a concessionária primeiro reforçou a responsabilidade pela troca do padrão.
"O padrão de energia é um serviço de responsabilidade do proprietário do imóvel. A concessionária leva energia até o padrão de entrada/medidor. Do padrão para frente é a estrutura elétrica do imóvel. A concessionária só pode realizar a ligação se o padrão de energia estiver regular, seguindo todas as normas técnicas e de segurança, conforme previsto na resolução normativa ANEEL nº 1.000/2021", pontuou.
A reportagem aguarda a manifestação da empresa sobre a falta de manutenção na rede da região marcada por furtos e sobre o prazo para a religação da energia na residência.
Esse caso foi sugerido por leitor que enviou mensagem através das redes sociais. Também é possível entrar em contato pelo canal Direto das Ruas.

