Inflação em abril fecha em 1,02% influenciada por alimentos e bebidas
Tiveram alta a batata-inglesa (23,81%), o repolho (19,41%), a cebola (18,70%) e o tomate (10,11%)
Divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta terça-feira (12), um dos índices utilizados para medir a inflação, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) fechou em 1,02% em Campo Grande. O valor ficou acima do resultado no País, de 0,67%.
RESUMO
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O IPCA de Campo Grande fechou em 1,02% em abril, acima da média nacional de 0,67%, segundo o IBGE. Alimentos e bebidas foram os principais responsáveis pela alta, com destaque para batata-inglesa (23,81%), repolho (19,41%) e cebola (18,70%). Transportes subiram 1,04%, puxados pelos combustíveis. O acumulado do ano na capital é de 2,63%, e nos últimos 12 meses o índice ficou em 3,08%.
Na Capital e no cenário nacional, a maior influência para a alta é dos alimentos e bebidas. Localmente, o percentual subiu 1,86%. Nacionalmente, foi 1,84%.
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Os alimentos que mais tiveram alta em Campo Grande foram a batata-inglesa (23,81%), o repolho (19,41%), a cebola (18,70%) e o tomate (10,11%). Comer fora de casa ficou 1,30% mais caro, com o aumento nos gastos para um lanche (2,92%) e nas refeições (0,58%). Tiveram queda o mamão (-9,96%), o café moído (-1,71%) e o pão francês (-1,26%). O grupo influenciou o IPCA em 0,41 ponto percentual e apresentou a maior variação na comparação com o mês anterior.
A influência direta dos combustíveis foi a principal responsável pela alta no grupo dos transportes (1,04%). O impacto foi de 0,23 ponto percentual no índice, o segundo maior. A passagem de ônibus intermunicipal (7,27%), o abastecimento com óleo diesel (3,42%) e a gasolina (3,09%) registraram os maiores aumentos. O maior impacto positivo veio da gasolina (0,24 ponto percentual). Entre as quedas, destacam-se a passagem aérea (-14,73%, com impacto de -0,04 ponto percentual) e o preço do automóvel usado (-1,28% e impacto de -0,03 ponto percentual).
Saúde e cuidados pessoais vêm na sequência. Houve aumento de 1,08% em abril, com impacto de 0,14 ponto percentual no índice. As maiores altas vieram de itens hormonais (3,86%), produtos para barba (3,86%) e medicamentos para controlar o colesterol e a pressão arterial (3,17%).
O acumulado do ano é de 2,63% em Campo Grande. Nos últimos 12 meses, o índice ficou em 3,08%, acima dos 2,66% dos 12 meses imediatamente anteriores.


