MS paga o quinto maior salário entre os estados brasileiros, segundo pesquisa
Levantamento do IBGE aponta salário médio de R$ 3.798,16 no Estado
Mato Grosso do Sul registrou salário médio mensal de R$ 3.798,16 para trabalhadores assalariados, de acordo com o relatório de CEMPRE (Estatísticas do Cadastro Central de Empresas), divulgado nesta quinta-feira (25) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
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Mato Grosso do Sul registrou salário médio mensal de R$ 3.798,16 para trabalhadores assalariados, valor abaixo da média nacional de R$ 3.932,45, mas que posiciona o estado como o quinto que melhor remunera no país, segundo o IBGE. No Centro-Oeste, MS supera Mato Grosso e Goiás, ficando atrás apenas do Distrito Federal, que lidera o ranking nacional com R$ 6.845,13.
O valor é abaixo da média nacional de R$ 3.932,45, cerca de R$ 134 abaixo, mas posiciona o Estado como o quinto que melhor remunera entre os estados brasileiros.
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No Centro-Oeste, fica à frente de Mato Grosso (R$ 3.701,29) e Goiás (R$ 3.318,35). Ou seja, MS paga R$ 96,87 a mais por mês do que Mato Grosso e quase R$ 480 a mais do que Goiás.
No entanto, fica atrás do Distrito Federal (R$ 6.845,13), o maior do ranking.
Vale lembrar que o DF é uma unidade federativa com características administrativas distintas, já que concentra servidores federais e uma estrutura econômica diferente dos estados vizinhos.
Em seguida no ranking geral, aparecem Rio de Janeiro (R$ 4.501,35), São Paulo (R$ 4.423,04) e Rio Grande do Sul (R$ 3.841,48).
Mato Grosso do Sul fica à frente também de Santa Catarina (R$ 3.777,55) e Paraná (R$ 3.731,30), que completam o grupo dos sete maiores pagadores do País.
Diferenças — Na comparação regional mais ampla, Mato Grosso do Sul também supera todos os estados do Norte e do Nordeste. O menor salário médio registrado pelo IBGE é o de Alagoas, com R$ 2.720,88, valor que representa 71,6% da remuneração média praticada em MS.
A pesquisa CEMPRE é realizada anualmente pelo IBGE com base em registros administrativos de empresas formalmente constituídas, abrangendo trabalhadores com vínculos empregatícios formais.
Os dados não incluem trabalhadores informais, autônomos ou servidores públicos estatutários.



