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Economia

Restituição do IR 2026 começa em 29 de maio; veja quem recebe primeiro

O cronograma da Receita Federal prevê quatro lotes de restituição neste ano

Por Ângela Kempfer | 11/05/2026 09:28
Restituição do IR 2026 começa em 29 de maio; veja quem recebe primeiro

Contribuintes que têm direito à restituição do Imposto de Renda da Pessoa Física 2026 já podem marcar no calendário a primeira data de pagamento: 29 de maio. O cronograma da Receita Federal prevê quatro lotes de restituição neste ano, com depósitos até agosto para quem entregou a declaração do ano-base 2025.

O prazo para envio da declaração começou em 23 de março e termina também em 29 de maio. Quem perder a data ficará sujeito à multa mínima de R$ 165,74, podendo chegar a 20% do imposto devido.

A restituição é paga conforme a ordem de envio da declaração, mas alguns grupos têm prioridade legal. Entram nessa lista idosos, pessoas com doenças graves e professores cuja principal fonte de renda seja o magistério. Além disso, quem optar pela declaração pré-preenchida e escolher receber via Pix também ganha vantagem na fila.

O calendário divulgado pela Receita Federal ficou dividido em quatro etapas. O primeiro lote será pago em 29 de maio. O segundo sai em 30 de junho. O terceiro está previsto para 31 de julho. Já o quarto e último lote será liberado em 28 de agosto.

A entrega da declaração pode ser feita pela internet, usando o Programa Gerador da Declaração (PGD), disponível no site da Receita Federal, ou pelo serviço “Meu Imposto de Renda”, acessível pelo portal Gov.br e aplicativo de celular.

Nem todo brasileiro é obrigado a declarar, mas a Receita estabeleceu critérios para quem precisa prestar contas em 2026. Devem declarar contribuintes que receberam rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584 em 2025, tiveram rendimentos isentos acima de R$ 200 mil, venderam bens com ganho de capital ou fizeram operações em bolsa superiores a R$ 40 mil ou com lucro tributável.

Também entram na obrigatoriedade produtores rurais com receita bruta acima de R$ 177.920, pessoas que tinham bens superiores a R$ 800 mil no fim de 2025 e quem passou a morar no Brasil ou teve investimentos no exterior no período.