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André pode atrapalhar Bernal na Cidade do Natal

Por Edivaldo Bitencourt | 30/10/2013 06:00

Taxista – O grão-mestre da Grande Loja Maçônica de Mato Grosso do Sul, Jordão Abreu da Silva Junior, ficou sabendo por um taxista da demolição de parte da Cidade do Natal. Ele nem sabia que a entidade estava financiando a “reforma” do espaço. Ele disse que só tinha acertado a realização da Festa das Nações, em novembro.

De luto – A demolição de parte da Cidade do Natal repercutiu na Câmara Municipal. Chiquinho Telles (PSD) afirmou que estava de “coração manchado e de luto”. Otávio Trad (PTdoB) classificou a mudança como algo “gravíssimo”. Elizeu Dionizio (Solidariedade) disse que faltou projeto.

Filha de peixe – A vereadora Grazielle Machado (PR) seguiu o pai, o veterano Londres Machado (PR), e usou uma provérbio para a respeito do assunto. “Não vamos sofrer antes do parto”, afirmou, explicando que é melhor esperar o que será feito do local para criticar o prefeito Alcides Bernal.

Futurologia – Aliado do prefeito Alcides Bernal, o vereador Airton Araújo (PT) anunciou, ontem, que a Cidade do Natal será transformada em “Casa de Brinquedo de Crianças”. “E vai ter duração o ano todo”, previu o petista, em um exercício de futurologia.

Área do estado – A medida anunciada pelo prefeito Alcides Bernal pode esbarrar em um problema burocrático. Como a área da Cidade do Natal fica em uma área do Estado, a prefeitura não pode construir nada permanente no local. Ou seja, a casa de alvenaria pode ser considerada irregular. Ou seja, se quiser, o governador André Puccinelli (PMDB) pode vetar a mudança anunciada pelo prefeito Alcides Bernal na Cidade do Natal.

Postura - O deputado Márcio Monteiro criticou a falta de ação da polícia nas invasões as propriedades rurais feitos por indígenas em Mato Grosso do Sul. Ele destacou que se um produtor estivesse encurralado e ameaçasse dar um tiro em algum índio, rapidamente a polícia chegaria para desarmá-lo.

Atuação - Junior Mochi elogiou a postura da Fiems nos estudos e incentivos ao empreendedorismo no Estado. Ele destacou que se a entidade já tivesse uma atuação tão efetiva assim há 15 anos atrás, o Estado já teria se desenvolvido com mais afinco há muito mais tempo.

Regiões - Monteiro reconheceu o crescimento acentuado de várias regiões do Estado. Como bom tucano, no entanto, ele pediu que o governo estadual, assim como o governo federal, também invista em outras regiões de MS que ainda não estão em expansão. "Temos que compartilhar com todas as regiões, para que locais não fiquem esquecidos", disse.

Em cima do muro - O deputado estadual George Takimoto (PDT) destacou que o PSDB deveria se posicionar sobre qual rumo quer seguir em 2014. A cobrança ocorreu porque os tucanos sonham com uma terceira via para o Governo e apostam na candidatura de Reinaldo Azambuja como alternativa a Delcídio do Amaral (PT) e Nelson Trad Filho (PMDB).

Política - Eduardo Rocha (PMDB) não descarta nenhum cenário político para o ano que vem. Ele disse que pode acontecer de tudo, desde o improvável acordo entre PT e PMDB, até a aliança inusitada e irreal, entre PT e PSDB. “Em política eu aprendi que não existe impossível, tudo pode mudar", disse, sobre o fato dos petistas apoiarem um candidato de oposição a presidente Dilma Rousseff (PT) para o Senado.

(colaboraram Kleber Clajus, Leonardo Rocha e Zana Zaidan)

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