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04/08/2011 06:01

Homenagens

Jogo Aberto

Assessores e consultores jurídicos lotados nos gabinetes parlamentares na Assembleia Legislativa estão sendo chamados à atenção em razão da estatística que mostra que pelo menos um terço dos projetos de lei aprovados pela Casa tem vícios de inconstitucionalidade ou invadem a competência do Poder Executivo. Daí o grande número de vetos.

O Sindicato dos Bancários de Campo Grande, que chegou a ser o carro-chefe do Movimento Sindical no Estado, com 60 anos de história, está sem comando.

Desde a eleição de março, quando Iaci Azamor foi eleita à presidência, por conta de uma liminar requerida pela antiga diretoria, o sindicato está sendo administrado pela junta eleitoral. Para piorar, a categoria está na boca da campanha eleitoral, por reajuste de 12,5%.

Por mais que as lideranças de Dourados justifiquem que a escolha de Antonio Nogueira para secretário de Planejamento do Município não teve a mão do PMDB, o prefeito Murilo Zauith disse que ele preenche a cota do partido. Como se sabe, Nogueira é ex-dirigente do PMDB e continua filiado à legenda.

O socialista Marcelo Assis, da direção do PSB em Campo Grande, está preocupado em reivindicar do presidente regional, Murilo Zauith, a indicação para a Comissão Provisória. É que por causa do sobrenome, há a impressão que ele é parente de Sérgio Assis, ex-presidente da Executiva Estadual. Ambos, no entanto, estão bem situados dentro do partido sob a batuta de Zauith.

Como nos últimos processos eleitorais, os tucanos ensaiam alçar voo mais alto. Em 2012, segundo o presidente regional do PSDB, Reinaldo Azambuja, o partido vai investir em chapas autênticas.

“Campanha não é guerra. Não temos armas, não vamos formar exército, mas vamos organizar um time de pessoas que querem o melhor para Campo Grande e oferecer um projeto digno dos anseios da população da nossa cidade morena”, discursou Azambuja em reunião com tucanos na Capital.

O ex-vereador de Campo Grande e herdeiro político do ex-prefeito Lúdio Coelho, Edmar Neto (PSDB), usou o Twitter para manifestar o voto da família Coelho à reeleição de Francisco Maia na Acrissul (Associação de Criadores de Mato Grosso do Sul). "O Maia É meu candidato. Minha família e eu o apoiamos na eleição passada e a maioria continua com ele!”, tweetou Edmar.

Ao proferir palestra em Campo Grande, o juiz federal, Odilon Oliveira, comentou que é criticado por utilizar a escolta policial e, em sua defesa, rebateu a acusação. “Dizem que gasto dinheiro do povo (com escolta), mas não gasto. Sacrifico a liberdade minha e da minha família. Estou empenhando minha vida”, disse.

Ao falar das ameaças que juízes recebem em todo País, o magistrado se definiu como “curtido” com o mundo da justiça, onde declarou ter vivido bastante e que, agora, o resto é lucro.

No decorrer de sua palestra, Odilon fez duras críticas aos “macrocriminosos”. Afirmou que pobres morrem na cadeia e que os grandes criminosos, que classificou como “sebosos”, são beneficiados pelos artifícios do arcabouço jurídico.

O juiz federal fez duas homenagens durante sua fala: ao desembargador federal Fausto de Sanctis e ao deputado federal e delegado federal Protógenes Queiroz, que estiveram à frente da Operação Satiagraha.

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Homens como o juiz Odilon de Oliveira, merecem que o dinheiro publico pague por sua segurança, pessoas como ele que defendem a lei e a utilizam para fazer justiça tem que ter a segurança necessária paga pelos cofres públicos, só assim a justiça é deveras vista pela população. Sabemos que os crápulas por ele tirados de circulação não o perdoariam se o encontrassem andando pela rua, como eu e você.
 
Antonio Morelli em 06/08/2011 09:12:07
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