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Omertà foi “pedra no sapato” de casamento de delegado

Por Anahi Zurutuza, Adriel Mattos e Gabriela Couto | 07/10/2021 06:00
Delegado Márcio Shiro Obara durante audiência em processo da Omertà. (Foto: Reprodução)
Delegado Márcio Shiro Obara durante audiência em processo da Omertà. (Foto: Reprodução)

Sonho adiado – A prisão do delegado Márcio Shiro Obara, em 18 de junho do ano passado, atrapalhou não só a carreira do policial, mas os planos dele na vida pessoal. O réu da Operação Omertà estava prestes a se casar.

Perdeu a festa – O delegado perdeu a oportunidade de reunir familiares e amigos em festança, mas não a noiva, conforme revelação feita durante audiência em um dos processos derivados da operação. A cerimônia religiosa foi adiada, mas o casamento no civil aconteceu.

Padrinho – A força-tarefa “tirou de circulação” não só o noivo, mas também um dos padrinhos, policial civil Célio Rodrigues Monteiro. Delegado e o amigo investigador foram alvos da terceira fase da Omertà, mas já estão em liberdade.

Atriz – A vereadora Camila Jara (PT) decidiu investir em publicação nas redes sociais em que lamenta a alta nos preços dos alimentos. Nas imagens, ela aparece triste carregando duas sacolas (não dá para saber o conteúdo), que segundo ela, custaram mais de R$ 100.

Quase – Apesar da iniciativa, que seria de promover seu projeto de renda básica, a atuação não convenceu. A matéria ainda não avançou na Câmara Municipal.

Erros no palácio – Segundo secretário da Assembleia Legislativa, Herculano Borges (Solidariedade) leu a ata da sessão de quarta-feira (6) e teve que fazer correção em tempo real. Ao falar a data do documento, ainda estava constando o mês de setembro. Rapidamente ele disse: “tem que arrumar essa parte”.

Para o arquivo – A CCJR (Comissão de Constituição, Justiça e Redação) da Assembleia Legislativa arquivou o projeto de lei do deputado Lucas de Lima (Solidariedade), que assegura atendimento veterinário de emergência a animais silvestres e domésticos atropelados em estradas e rodovias em que há cobrança de pedágios. A matéria foi considerada inconstitucional.

Rejeitado – Também teve votos contrários proposta do deputado estadual Antonio Vaz (Republicanos) que dispõe sobre o aproveitamento da energia solar com a instalação de painéis fotovoltaicos em estabelecimentos gerais. Foi considerado ilegal, pois impõe obrigações às empresas privadas.

Repetiu – Projeto de lei do deputado Felipe Orro, que proíbe a suspensão de fornecimento de energia elétrica, durante o período em que estiver em vigor o plano de contingência devido à covid-19, foi considerado prejudicado, pois matéria idêntica já foi arquivada pela comissão. Assim como proposta de Amarildo Cruz (PT), que proíbe o corte de água.

Memorial – Amarildo ainda apresentou indicação solicitando a construção de memorial em homenagem às vítimas da covid-19 no Estado. “Sugiro que seja construído na entrada da Casa de Leis, memorial lembrando as pessoas que perderam a vida em decorrência da doença, que já fez quase 10 mil vítimas em Mato Grosso do Sul. Não se trata de um tributo, mas deixar na memória essa tragédia, a forma como foi conduzida em nosso Estado, que se tornou uma referência na imunização da população”, justificou o parlamentar.

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