Imagens mais fofas e mais selvagens do Dia das Mães vieram do Pantanal
Projetos ambientais divulgaram cenas de cuidado, proteção e convivência entre fêmeas e filhotes
O Dia das Mães neste domingo (10), também foi celebrado no mundo animal com registros divulgados por projetos de conservação e fotógrafos da natureza ligados à fauna brasileira e ao Pantanal de Mato Grosso do Sul.
RESUMO
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No Dia das Mães, projetos de conservação celebraram o vínculo entre mães e filhotes na fauna brasileira. O Projeto Tatu-Canastra divulgou imagens de espécies que usam tocas como abrigo. O Instituto Tamanduá homenageou a superordem Xenarthra, destacando que a tamanduá-bandeira carrega o filhote por até nove meses, o tatu-galinha pode ter quatro filhotes idênticos e a preguiça-de-coleira fica com a cria por até seis meses.
No perfil do Projeto Tatu-Canastra, pesquisadores compartilharam imagens de mães e filhotes registradas recentemente por armadilhas fotográficas instaladas em áreas de monitoramento. As imagens mostram espécies que utilizam as tocas dos tatus-canastra como abrigo e proteção para os filhotes.
Segundo o projeto, essas tocas desempenham papel importante para diferentes espécies da fauna brasileira. Além de servirem como refúgio seguro, também funcionam como áreas de descanso na areia fresca retirada durante a escavação e pontos de alimentação, já que muitos animais buscam insetos e outros recursos ao redor das estruturas.
Em vídeos divulgados nas redes sociais, algumas mães aparecem amamentando, carregando e interagindo com os filhotes.

Já o Instituto Tamanduá aproveitou a data para homenagear mães da superordem Xenarthra, grupo que reúne tamanduás, tatus e preguiças. A publicação destacou que o vínculo entre mãe e filhote é essencial para a sobrevivência dessas espécies, garantindo proteção, aprendizado e o desenvolvimento necessário para a independência das crias.
“Que possamos seguir protegendo quem protege”, afirmou o instituto na publicação.
Entre os exemplos citados está o tamanduá-bandeira, que pode carregar o filhote nas costas por até nove meses. Além da proteção, a estratégia ajuda na camuflagem, já que a pelagem do filhote se mistura à da mãe, dificultando a visualização por predadores.

Em algumas espécies de tatu, como o tatu-galinha, a mãe pode dar à luz até quatro filhotes idênticos. Após o nascimento, eles permanecem juntos em tocas subterrâneas até estarem preparados para explorar o ambiente externo.
Já a preguiça-de-coleira costuma ter apenas um filhote por gestação. A cria permanece agarrada ao ventre da mãe por cerca de cinco a seis meses, período em que aprende a se alimentar e a se locomover pelas árvores com mais segurança.
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