ACOMPANHE-NOS     Campo Grande News no Facebook Campo Grande News no Twitter Campo Grande News no Instagram
JULHO, TERÇA  23    CAMPO GRANDE 16º

Política

Candidato ao Senado do PCdoB defende bandeiras contra reformas

PC do B está na chapa encabeçada por Marcelo Bluma (PV) ao governo do Estado que também conta com o Rede Sustentabilidade

Gabriel Neris | 15/08/2018 18:28
Advogado Mário Fonseca é candidato do PC do B ao Senado (Foto: Guilherme Rosa)
Advogado Mário Fonseca é candidato do PC do B ao Senado (Foto: Guilherme Rosa)

Lutar contras reformas do governo Michel Temer, a PEC dos gastos públicos e a expansão do pequeno produto em Mato Grosso do Sul estão entre os objetivos do candidato ao Senado Mário Fonseca (PC do B), de 44 anos. Por oito meses, o advogado foi superintendente do Departamento Nacional de Produção Mineral e deixou o cargo imediatamente após o impeachment da então presidente Dilma Rousseff (PT).

“O momento é o mais difícil para o país e o Estado. Essa degeneração não é um fenômeno brasileiro”, disse em visita ao Campo Grande NewsO PC do B está na chapa encabeçada por Marcelo Bluma (PV) ao governo do Estado que também conta com o Rede Sustentabilidade. “Nossa agenda é contra a reforma trabalhista, a ampliação da terceirização, a reforma da Previdência e a PEC dos gastos dos próximos 20 anos. Saúde e educação são áreas sensíveis, não são gastos, são investimentos”, afirmou. O candidato também cita o recente corte de investimentos em bolsas de pós-graduação.

“Não significa que somos contra [as reformas]. Mas precisam de ajustes”, afirma. O candidato ao Senado também defende uma reforma tributária progressiva. “Temos que reduzir os impostos sobre a produção”.

O candidato também reclama do que considera de “excesso de protagonismo do poder Judiciário” nas eleições deste ano e que a política de desenvolvimento agrário do Estado foi desmontada. Diz ainda que há necessidade de uma revisão nas concessões as empresas privadas. “Um dos compromissos do Bluma é fazer uma devassa nos incentivos fiscais. As empresas diminuem as atividades, demitem funcionários e qual é o retorno para o Estado?”.

Fonseca também cobra uma auditoria da dívida pública. “Saber qual é o perfil dessa dívida, o que já pagamos, se foi pago indevidamente, a necessidade de renegociar”, completa.

Nos siga no Google Notícias