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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

06/08/2011 12:06

Comissão antidrogas faz reunião na Capital para discutir fronteiras

Fabiano Arruda
Deputado Luiz Henrique Mandetta, que participou de evento da prefeitura neste sábado, compõe comissão antidrogas na Câmara. (Foto: Simão Nogueira)Deputado Luiz Henrique Mandetta, que participou de evento da prefeitura neste sábado, compõe comissão antidrogas na Câmara. (Foto: Simão Nogueira)

Deputados integrantes da Comissão Especial de Enfrentamento às Drogas da Câmara Federal participam de reunião na próxima quinta-feira, no CMO (Comando Militar do Oeste), em Campo Grande, com autoridades de Segurança Pública do Estado, para debater a questão das fronteiras.

A informação é do deputado federal Luiz Henrique Mandetta (DEM), um dos integrantes do grupo.

Segundo o democrata será o início do levantamento de agenda a ser utilizada como base na visita que a comissão fará em setembro em países como Bolívia e Paraguai.

“A intenção é sugerir legislação contra lavagem de dinheiro, bem como aumentar a cooperação entre os países no combate aos crimes que surgem na região de fronteira”, comentou o parlamentar, que participou de evento da prefeitura neste sábado no Residencial Botafogo.

Mandetta afirmou que vai sugerir maior fiscalização nos países fronteiriços em indústrias de petroquímica e solventes, utilizados pelos traficantes no refino da droga.

O deputado também falou que estarão em pauta no encontro a articulação para atuação do Vant, avião não tripulado, bem como o aumento da fiscalização numa estrada que liga Bolívia e Chile, usada para escoar produção, mas que pode ser adotada como rota no tráfico.

“Também queremos pedir explicação sobre a desativação da base da Força Nacional em Ponta Porã. Foram investidos R$ 160 milhões para equipar a base que depois foi desativada”, pontuou.

O parlamentar adiantou, por fim, que terá agenda com o novo superintendente de Policia Federal em Mato Grosso do Sul, Edgar Paulo Marcon.

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Muito importante debater a violência em nossa fronteira a exemplo do Encontro promovido pelo MP em Ponta Porã., ali ficou constatado que nossa maior dificuldade é integrar os órganismos de segurança pública no combate ao crime organizado, sou coordenador do Provita-MS., e temos tentado trabalhar juntos sociedade civil e poder público para realmente implantar esta importante política pública. Parabéns deputado pela iniciativa.
 
joatan loureiro da silva em 09/08/2011 08:06:27
A unica coisa que falta e uma legislação mais rigida,nao adianta ivestir em equipamentos operacionais e recursos humanos se nao conseguem manter os presos na cadeia.Ou quando ficam continuam com suas atividades.
Podem ate colocar um homem a cada metro ou mais aeronaves nao tripuladas de vigilancia,sempre vai haver outros meios de burlar a fiscalização e sempre ira corromper fiscais,policiais e juizes.
 
Edson Carlos em 07/08/2011 07:19:19
Primeiro lugar fronteira não é lugar de marginal existem pessoas de bem ,o que falta é politica de segurança publica e não ações e atitude radicais ,projetos que possam tirar crinças e homens na situação de risco ,como a que o prefeito Kayatt e governador André tem feito ,e a nivél nacional basta fazer o que o Senador Delcidio fez e vem fazendo ,e agora idéias de cursos profissionalizantes do Senador MOka ,agora colocar muralha ? vc tá loco mestre...
 
MARCELINO NUNES DE OLIVEIRA em 07/08/2011 06:14:27
A UNICA SOLUÇÃO É FAZER UMA MURALHA DO BRASIL (IGUAL A DA CHINA) PARA SEPARAR MESMO OS ACESSOS E IMPEDIR QUE TRAFICANTES ENTREM E SAIAM COM O QUE E QDO QUISEREM. E É CLARO, FISCALIZAR COM GENTE CAPACITADA, BEM PAGA (PRA NAO SEREM CORRUPTOS) E FISCALIZAÇÃO 25 HS POR DIA COM CAMERAS, MONITORADAS POR SUPERINTENDENCIAS.
 
LUCIANO MARQUES em 06/08/2011 07:22:50
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