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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

06/05/2016 12:24

Comissão do Senado aprova relatório favorável ao impeachment de Dilma

Relatório recebeu aval de 15 dos 21 senadores da comissão de afastamento

Mayara Bueno
Presidente Dilma Rousseff (PT).Presidente Dilma Rousseff (PT).

Os senadores da comissão que analisa o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff(PT) aprovaram, nesta sexta-feira (6), o parecer favorável ao afastamento. Com a maioria dos 21 parlamentares, eles deram aval ao relatório de Antonio Anastasia (PSDB-MG). Agora o processo segue para análise de todos os senadores, que deve ocorrer na quinta-feira (11). Foram 15 votos a favor e 5 contra. 

Segundo o Portal Uol, com a aprovação da comissão, o prazo é de 48 horas, sem contar o fim de semana, para o parecer ser votado em plenário. Lá, o processo só é aprovado se houver apoio da maioria simples, ou seja, 41 dos 81 parlamentares, se todos tiverem presentes.

A reunião de discussão começou por volta das 10h30, no horário de Brasília. Desde o começo houve discussão, quando o presidente do colegiado, Reimundo Lira (PMDB-PB), deu inícios aos trabalhos e o senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), pediu a palavra para reclamar de uma postagem nas redes sociais do senador Lindbergh Farias (PT-RJ), que seria contra o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e teria informações mentirosas, segundo Lima.

Finalizada a discussão, os líderes tiveram cinco minutos para discussão e orientação sobre seus votos. O senador Waldemir Moka (PMDB) foi um dos que discursou a favor do processo. Simone Tebet, também do PMDB, faz parte do colegiado e ambos já haviam declarado serem favoráveis ao impeachment.

Agora no plenário, se os senadores aprovarem a destituição, a presidente será afastada por 180 dias e o vice-presidente, Michel Temer (PMDB), assume o País. Neste período, os congressistas analisam a irregularidade na qual Dilma é acusada de cometer - as pedaladas fiscais. A presidente também se defende e, por fim, uma nova votação ocorrerá para definir de fato o destino, se Dilma Rousseff volta ao cargo, sendo inocentada, ou se deixa de uma a presidência, caso seja declarada culpada.



Nenhuma novidade.
É mais uma etapa do golpe.
 
Critico em 06/05/2016 12:43:49
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