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Política

Contra crimes bárbaros, Reinaldo volta a defender fechamento da fronteira

"É preciso uma boa polícia investigativa e Mato Grosso do Sul tem quase o total dos crimes elucidados", diz governador

Por Aline dos Santos e Leonardo Rocha | 11/06/2018 09:50
Reinaldo participou de evento hoje na OAB (Ordem dos Advogados do Brasil). (Foto:Marina Pacheco)
Reinaldo participou de evento hoje na OAB (Ordem dos Advogados do Brasil). (Foto:Marina Pacheco)

Com registro de episódios que chocam pela violência, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) afirma que a alternativa para combater o crime organizado é o fechamento da fronteira e destaca que Mato Grosso do Sul teve redução da criminalidade num comparativo com o Brasil.

“Olhando de uma forma geral, estamos diminuindo os homicídios dolosos ou culposos em comparação ao ano passado”, afirma Reinaldo. Sobre crimes bárbaros, como os tribunais de execução, o governador avalia que a maioria tem a ver com tráfico de drogas e contrabando, envolvendo facções criminosas PCC (Primeiro Comando da Capital) e Comando Vermelho.

“É preciso uma boa polícia investigativa e Mato Grosso do Sul tem quase o total dos crimes elucidados, com as pessoas presas. Esse é o papel do Estado. A Polícia Civil é uma das que mais desvenda crimes no Brasil”, diz.

Na sequência, Reinaldo voltou a defender o aumento de tropas federais nas regiões de fronteira com Paraguai e Bolívia. O governador participou de evento na OAB/MS (Ordem dos Advogados do Brasil), em Campo Grande. 

Execução - Gerente de Segurança e Polícia Legislativa da Assembleia, o policial militar reformado Ilson Martins de Figueiredo, 62 anos, foi morto a tiros de fuzil na manhã de hoje (dia 11), na avenida Guaicurus, no Jardim Moema, em Campo Grande. Ele conduzia um Kia Sportage e morreu no local.

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