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21/03/2013 13:27

Convenções tucanas serão realizadas este mês e já visam eleição 2014

Jéssica Benitez

Ocorrem no próximo dia 24 as convenções municipais do PSDB para escolha das novas diretorias em todas as cidades do Brasil. Em Mato Grosso do Sul, os 79 municípios devem realizar votação das 8h às 11h. Na Capital não haverá disputa, pois há somente uma chapa, encabeçada pelo atual presidente, Carlos Alberto Assis, tendo seu ‘xará’, Carlos Alberto Miranda, como vice. Na secretaria geral ficará o candidato a vereador derrotado em 2012, Osvaldo Ramos.

Segundo o presidente, atualmente 3.500 filiados à legenda estão habilitados a votar, porém o voto não é obrigatório. “Acredito que haverá uma boa movimentação”, disse Assis. Em abril é a vez dos Diretórios Regionais renovarem suas lideranças. A tendência em Mato Grosso do Sul, no entanto, é manter o deputado federal Reinaldo Azambuja no comando ao lado do deputado estadual Márcio Monteiro como vice.

Conforme Assis, mesmo com chapa única tanto municipal quanto estadual, todos os integrantes foram contemplados. “Todas as correntes foram agraciadas com espaço”, explicou. A recondução de Reinaldo à liderança estadual está ligada a sua possível candidatura para sucessão do governador do Estado, André Puccinelli (PMDB), no ano que vem. “Estamos pensando em 2014 e o Reinaldo é sim ótimo candidato ao governo”, opinou.

Para ele o partido tem condições de disputar o comando de Mato Grosso do Sul com chapa pura, mas o diálogo com o PMDB ou PT não está descartado. A abertura atinge também os menores partidos. “Com o PPS a gente tem certeza que vai funcionar”, garantiu. Para grande parte da cúpula tucana a parceria feita com o PPS nas eleições municipais, onde o então vereador Athayde Nery saiu como candidato a vice-prefeito ao lado de Reinaldo, projetou ambos os candidatos à disputa de 2014.

O deputado federal compartilha a opinião. Reinaldo afirma que o PPS sempre será bem-vindo quando o assunto é aliança. O parlamentar não revela mais detalhes sobre conversações com outras siglas e alega ser muito cedo para maiores definições neste sentido. “O importante é saber o que a população quer. Vamos apoiar siglas que tenham projetos semelhantes aos nossos”, revelou.

Questionado sobre a continuidade da aliança feita no segundo turno das eleições municipais, quando o PSDB deixou a base aliada ao PMDB para apoiar o então candidato a prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal (PP), Reinaldo foi categórico. “Temos que ver se é este tipo de mudança que a população do Estado quer. Campo Grande detém apenas 36% dos votos e não foram todos que optaram por mudança. Às vezes, a população deseja continuidade do trabalho que está sendo feito com algumas mudanças”, declarou.

Após ser eleito com auxílio do PSDB, Bernal descartou a sigla. O prefeito não respondeu as solicitações feitas pelos tucanos durante reunião entre ele e lideranças do partido. Diante do silêncio do progressista, a legenda se considera fora da administração do gestor. Até mesmo os vereadores Rose Modesto e João Rocha, inicialmente base aliada ao prefeito, se declararam independentes na Câmara Municipal.



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