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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

26/07/2012 18:09

Corumbá e Porto Murtinho terão apoio do Exército nas eleições

Fabiano Arruda

Militares do Exército vão dar apoio logístico para garantir votações de eleitores em localidades de difícil acesso em Corumbá e Porto Murtinho neste ano. O apoio foi solicitado pelo TRE/MS (Tribunal Regional Eleitoral) às Forças Armadas.

Os militares atuarão na 26ª zona eleitoral em Porto Murtinho nas aldeias Alves de Barros e São João, além da Colônia Cachoeira.

Em Corumbá, 7ª zona eleitoral, o distrito de Porto Esperança terá a presença do Exército durante a eleição de outubro.

Outras localidades em Mato Grosso do Sul também podem contar com o apoio. Isso porque o TRE enviou ofício a todos os juízes eleitorais para saber a necessidade da presença das Forças Armadas por questões de segurança.

Segundo informações do Tribunal, o panorama mais detalhado sobre o efetivo de segurança dos militares para o pleito deste ano deve ser conhecido com mais precisão apenas no final de agosto.

Em 2010, cerca de mil militares atuaram no Estado apenas em Dourados para garantir a segurança na segunda maior cidade, que vivia a tensão depois da Operação Uragano, que prendeu por corrupção o ex-prefeito Ari Artuzi; o vice, Carlinhos Cantor; a primeira-dama, Maria Freitas Artuzi, nove vereadores e secretários municipais.

Termo - Além de Mato Grosso do Sul, os estados do Acre, Amapá e Roraima também solicitaram apoio logístico das Forças Armadas por conta de localidades de difícil acesso. Ao todo são 77 pontos no País, a maioria de aldeias indígenas.

Na quarta (25), TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e Ministério da Defesa firmaram acordo que estabelece diretrizes para o trabalho em conjunto das instituições durante as eleições deste ano.

O documento estabelece diretrizes sobre a atuação dos militares e sua conduta durante o processo eleitoral.

Para a realização das eleições, a Justiça Eleitoral costuma solicitar duas modalidades de serviços: apoio logístico para o transporte de materiais, urnas e pessoas a locais de difícil acesso e o emprego de tropa para a manutenção da lei e da ordem.

Segundo informações do TSE, tanto os pedidos de apoio logístico, quanto os de emprego da tropa para a manutenção da lei e da ordem são analisados pelo plenário do TSE, que retomará seus julgamentos a partir de 1º de agosto. A Presidência da República e o Ministério da Defesa são consultados sobre a possibilidade de realizar a operação.

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