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Política

Depois de ação na tentativa de deixar partido, PSL quer mandato do deputado

Disputa entre Renan Contar e o PSL vai ser definida pela Justiça Eleitoral de MS

Por Leonardo Rocha | 03/08/2020 13:15
Deputado estadual, Renan Contar (PSL), durante sessão na Assembleia (Foto: Divulgação - ALMS)
Deputado estadual, Renan Contar (PSL), durante sessão na Assembleia (Foto: Divulgação - ALMS)

Após ação do deputado Renan Contar (PSL) para deixar sua atual legenda por “justa causa”, o PSL Nacional respondeu junto ao TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral de MS), que não há motivos que justifiquem tal saída e que pretende ficar com o mandato do parlamentar na Assembleia.

O impasse será definido pela Justiça Eleitoral de Mato Grosso do Sul. Contar resolveu deixar a legenda depois que foi preterido na disputa eleitoral deste ano, onde a direção estadual e municipal preferiu apoiar o vereador Vinícius Siqueira (PSL), para ser o candidato a prefeito em Campo Grande.

Como não existe “janela partidária” neste momento, Contar precisa do “aval” da Justiça Eleitoral para deixar o PSL e assim se filiar em outra legenda, sem perder o mandato na Assembleia. Do outro lado, o partido vai tentar provar que não há motivos para saída e que a cadeira pertence a sigla.

A assessoria do deputado informou que a argumentação do PSL “não apresentam provas” contra a conduta do parlamentar, em relação a sua fidelidade partidária. Também cita que a defesa (PSL) apresenta dados baseados em deputados federais, sem ligação com Contar.

“Em nenhum momento, a peça jurídica contesta à petição inicial de (Renan) Contar, deixando de explicar, por exemplo, os questionamentos sobre prestação de contas do partido entre outras condutas obscuras”, diz a nota. Também fala que esta ação do PSL é mais uma “perseguição” contra os chamados “bolsonaristas”.

Visitas – Contar era o preferido da direção estadual para disputar a eleição em Campo Grande, no entanto recebeu críticas após participar de algumas reuniões e eventos do partido “Aliança do Brasil”, criado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido), mas que ainda não foi registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

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