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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

08/08/2014 16:44

Nelsinho quer construir cinco centros para recuperação de dependentes químicos

Ludyney Moura
Nelsinho promete centro de recuperação de dependentes químicos nas maiores cidades do Estado. (Foto: Divulgação)Nelsinho promete centro de recuperação de dependentes químicos nas maiores cidades do Estado. (Foto: Divulgação)

Construir cinco centros de tratamento para dependentes químicos no Estado, é uma das propostas de governo, do candidato a governador do PMDB, Nelsinho Trad. A intenção é erguer estes locais nos municípios de Corumbá, Dourados, Três Lagoas, Ponta Porã e Campo Grande, com uma equipe de atendimento tanto ao paciente quanto à família.

Nelsinho garante que dará uma atenção especial à questão das drogas. "É uma realidade que temos que enfrentar, por isso vamos propor centros de recuperação de dependentes químicos para ajudar a recuperar aqueles que infelizmente se envolveram com drogas. Vamos também criar o Consultórios de Rua, principalmente nos municípios com adesão ao plano 'Crack, É Possível Vencer', tais como Campo Grande e Dourados", disse o candidado.

Outra ideia apresentada pelo peemedebista, é a parceria com igrejas e instituições da sociedade civil, que já possuam experiência na recuperação de dependentes auxiliem o governo nos centros. “E o Governo vai atuar na estrutura, cofinanciamento e na gestão multidisciplinar destes locais", frisou.

O candidato também quer aumentar o número de CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) e RAPS (Rede de Atenção Psicossocial), que atendem pessoas de todas as faixas etárias que apresentem problemas com álcool e outras drogas, e que funcionam 24 horas por dia, com 12 leitos para acolhimento noturno de pacientes em crises agudas por intoxicação de substancias psicoativas.

Na avaliação de Nelsinho, o combate às drogas passa pela adoção de medidas protetivas à família, como a capacitação dos jovens para o mercado de trabalho e o aumento e qualificação das famílias cadastradas nos programas sociais do governo. "Atendíamos uma média de 150 mil famílias por ano em Campo Grande, com ações de proteção social que envolviam inclusão digital, inclusão produtiva, atendimento ao imigrante e população de rua, serviços de assistência à pessoas com direitos violados e serviço de acolhimento”, disse o candidato, que foi prefeito por dois mandatos da capital.



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