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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

17/03/2014 18:49

Olarte volta atrás e decide manter ex-chefe de Compras de Bernal

Josemil Arruda
Gilmar Olarte anulou hoje decreto que tinha exonerado Gislaine Penzo (Foto: Marcos Ermínio)Gilmar Olarte anulou hoje decreto que tinha exonerado Gislaine Penzo (Foto: Marcos Ermínio)

O prefeito Gilmar Olarte (PP) decidiu anular o decreto de exoneração da comissionada Gislaine do Carmo Penzo Barbosa, que chefiou a Central de Compras na gestão de Alcides Bernal (PP). O decreto revogatório PE nº 484 foi publicado na edição de hoje do Diário Oficial de Campo Grande (Diogrande).

Embora não continue comandando a Central de Compras, Gislaine Penzo Barbosa vai continuar trabalhando na Secretaria Municipal de Administração, com o cargo em comissão de Assessor Especial I. A nova coordenadora da Central Municipal de Compras é Veridiana Alves Fernandes Dias, nomeada na última sexta-feira (14).

Durante os trabalhos da CPI do Calote, no ano passado na Câmara de Campo Grande, o nome de Gislaine do Carmo Penzo Barbosa foi citado como integrante de um esquema que teria sido montado por Celso Vargas, ex-prefeito de Maracaju, do qual foi a chefe do setor de compras. Na época, o presidente da CPI, vereador Paulo Siufi (PMDB), deu o nome de “República de Maracaju” à articulação.

Siufi foi o primeiro a denunciar publicamente, da tribuna da Câmara, que Celso Vargas, amigo do prefeito Alcides Bernal, estaria influenciando a administração municipal de Campo Grande. Afirmou que “políticos” maracajuenses estariam conduzindo, oficialmente ou não, a Sedesc (Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, Turismo e Agronegócio), a Secom (Secretaria Municipal de Comunicação) e a Central de Compras.

Durante as investigações, integrantes da CPI do Calote desconfiaram que a “Republica de Maracaju” teria feito a indicação da empresa Salute Distribuidora de Alimentos Ltda e da MegaServ. Gislaine Penzo Barbosa chegou a ser convocada pela CPI do Calote. Depois a Comissão Processante, que se baseou no relatório da CPI, também tentou ouvir Gislaine, mas ela apresentou "atestado neurológico" para não depor na Câmara.



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