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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

20/09/2012 15:29

Presidente de sindicato critica lucro dos bancos e pede apoio a vereadores

Fabiano Arruda
Presidente do Sindicato dos Bancários de Campo Grande, Iaci Terezinha Rodrigues, durante sessão na Câmara nesta quinta. (Foto: Minamar Junior)Presidente do Sindicato dos Bancários de Campo Grande, Iaci Terezinha Rodrigues, durante sessão na Câmara nesta quinta. (Foto: Minamar Junior)

A presidente do Sindicato dos Bancários de Campo Grande, Iaci Terezinha Rodrigues de Azamor Torres, esteve nesta quinta-feira na Câmara Municipal, durante a sessão extraordinária, para falar sobre a greve da categoria na Capital.

Torres criticou o alto lucro dos bancos que, segundo ela, não são revertidos em reajustes salariais para os funcionários da base das instituições financeiras. Além disso, pediu que os vereadores apoiem o movimento desencadeado pela classe.

“Representamos a maior concentração de renda do País e queremos melhorias no salário e na condição de emprego”, afirmou.

“O lucro dos bancos é inversamente proporcional à valorização dos trabalhadores”, completou, ressaltando que a categoria negocia reajustes, sem êxito, desde abril deste ano.

Iaci disse que a reivindicação é de aumento real de 5% ou o salário mínimo para bancários de R$ 2,4 mil.

“Um único executivo custa ao Banco do Brasil, ao ano, R$ 1 milhão. Em outros bancos esse valor chega a R$ 6 milhões. Enquanto um profissional da base custa R$ 30 mil anuais”, pontuou, pedindo “desculpa a Campo Grande” por conta dos transtornos causados pela paralisação.

O vereador Athayde Nery (PPS) ocupou o microfone para pedir que os bancários encabecem, além das melhorias salariais, a bandeira pela queda de juros em todo País. “As taxas são as mais altas do planeta”.

Já Marcos Alex (PT) atacou as instituições financeiras. “Os bancos têm que parar de tirar lucro do suor e do sangue do brasileiro”.



Parabéns Iaci, os banqueiros além de sacrificar os bancários, massacra também a população que fica mais de 1 hora na fila para pagar as suas contas, ou nos empurra para locais onde não há porta giratória e segurança onde nós comerciantes ficamos a mercê da bandidagem.
 
Carlos Lira em 20/09/2012 05:54:46
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