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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

11/05/2016 11:03

PSC cresce em MS com um representante no Senado, diz deputado

Pedro Chaves tomará posse no Senado na próxima terça-feira

Leonardo Rocha
Coronel Davi diz que partido cresce com um representante no Senado Federal (Foto: Assessoria/ALMS)Coronel Davi diz que partido cresce com um representante no Senado Federal (Foto: Assessoria/ALMS)
Pedro Chaves assume mandato na próxima terça-feira (Foto: Arquivo)Pedro Chaves assume mandato na próxima terça-feira (Foto: Arquivo)

Após a cassação de Delcídio do Amaral (PT), pela primeira vez o PSC terá um representante de Mato Grosso do Sul, no Senado Federal. O empresário Pedro Chaves, filiado ao partido, vai assumir o cargo na próxima terça-feira. Para o deputado estadual, Coronel Davi (PSC), a legenda começa a crescer no Estado, com bons representantes.

"O partido conseguiu enxergar o futuro, trazendo nomes importantes que agora representam a legenda tanto na Assembleia Legislativa, como o Senado Federal. Vamos conseguir honrar suas diretrizes, que é defender a família e ajudar as pessoas em diferentes áreas", disse o Coronel Davi.

O deputado ponderou que o futuro senador é motivo de orgulho no partido, já que terá capacidade para representar bem a legenda e o Estado, em Brasília. "Ele sempre teve um conduta reta, equilibrada, de competência e honestidade, vai nos representar muito bem no Senado".

Com este crescimento, o PSC tem a intenção de lançar este ano um pré-candidato a prefeito, em Campo Grande, justamente o deputado Coronel Davi, para ter mais espaço e exposição diante da população. A intenção declarada é fortalecer a legenda, para a disputa presidencial em 2018, tendo como nome certo, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ).

Em Campo Grande a legenda tem que lidar, no momento, com a polêmica declaração do vereador Roberto Durães (PSC), que gerou críticas e protestos na Câmara Municipal. O parlamentar, que chegou ao partido na última janela, declarou durante sessão que conhecia a mãe do prefeito "no silêncio dos edredons".

O partido resolveu puni-lo apenas com advertência, alegando que o vereador pediu desculpas e disse que fez a declaração "no calor do momento". Já no âmbito do legislativo, foram protocolados pedidos de cassação, por falta de decoro parlamentar.



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