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Campo Grande, Quinta-feira, 13 de Dezembro de 2018

15/02/2017 17:47

Reinaldo pressiona Câmara e Senado para trazer R$ 100 milhões em repatriações

Ao lado de governadores de oito estados, Azambuja pede agilidade do Congresso na votação dos projetos de interesse para MS

Alberto Dias
Governadores têm pressa na votação de projetos que significam mais dinheiro aos estados. (Foto: Divulgação/Governo) Governadores têm pressa na votação de projetos que significam mais dinheiro aos estados. (Foto: Divulgação/Governo)

Oito governadores, incluindo o de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB), decidiram nesta quarta-feira (15) pressionar o Congresso Nacional para agilizar a aprovação de projetos de lei que significam dinheiro para os estados enfrentarem a crise econômica. Entre eles está a matéria que trata da repatriação dos recursos mantidos no exterior; o regime especial para pagamento dos precatórios; a securitização da dívida e, ainda, a utilização dos depósitos judiciais nos Estados.

Somente com a repatriação de recursos que estão no exterior, Mato Grosso do Sul calcula receber quase R$ 100 milhões - o que corresponde a 17% do prejuízo anual previsto com a perda da arredação do ICMS do gás.

“São alternativas importantes para nosso Estado neste momento de crise”, avaliou Azambuja, durante a primeira reunião de 2017 do Fórum Permanente dos Governadores, esta manhã na residência oficial do governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB).

Sobre o resultado do encontro, o tucano se mostra otimista: “a reunião do fórum foi muito positiva e avançou no sentido de buscarmos apoio dentro do Congresso para acelerar a apreciação na Câmara e no Senado”.

O anfitrião, Rodrigo Rollemberg, engrossou o coro: “solicitaremos a inclusão das matérias na pauta do Congresso o quanto antes”, afirmou. Também participaram do evento quatro vice-governadores, totalizando 12 estados representados.

Depois da reunião, os integrantes do Fórum aproveitaram o almoço com presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia, e líderes partidários, para reforçar o pedido de acelerar a apreciação e votação dessas matérias na Casa. Pela tarde, Azambuja reuniu-se também com o presidente do Senado, Eunício de Oliveira (PDB), cujo diálogo mirou a securitização da dívida – que permite aos entes da Federação ceder direitos creditórios originados de créditos tributários e não tributários.



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