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Direto das Ruas

Policiais veem foto em máquina furtada e usam Facebook para achar vítima

Por Ana Paula Carvalho | 04/01/2012 17:46
Policiais encontram dona de residência furtada através de foto de toalhinha em máquina fotográfica
Policiais encontram dona de residência furtada através de foto de toalhinha em máquina fotográfica

Uma família campo-grandense conseguiu recuperar os objetos que foram furtados de sua residência no início da noite de ontem, após policiais civis utilizarem uma ferramenta bastante conhecida dos adeptos das mídias sociais, o Facebook.

Rafael Bruno Ribeiro e Francisco Djalma invadiram a casa, no bairro São Francisco, por volta das 19h, enquanto os proprietários estavam fora. Eles arrombaram a janela da cozinha e levaram televisão de plasma, notebook, jóias, R$ 120, roupas e uma máquina fotográfica.

A família chegou a procurar a Polícia Militar. “Quando pensavam que tudo estava perdido”, dois policiais civis lotados da Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) do Centro, por volta das 2h30, chegaram à residência. “Minha filha chegou a ficar com medo e pediu para eles colocarem o carro sob a luz para conferir se eram policiais realmente”, diz Schirley Oliveira, proprietária da casa.

Os policias explicaram que chegaram à família através das fotos da máquina de Emmily Maia Oliveira, de 22 anos. Ao abordar Rafael, que estava com “atitudes suspeitas”, encontraram a máquina que continha várias fotografias da jovem.

Uma das fotos era de uma toalhinha com o nome da Emmily e do noivo. Os policias buscaram pelo nome, que não é tão comum, no Facebook e compararam as fotos dela com as da mídia social. Através do SIGO (Sistema Integrado de Gestão Operacional) encontraram o endereço da família.

Quando chegaram à Delegacia, a jovem reconheceu o ladrão porque ele estava vestido com as roupas do noivo dela. A partir daí, os policias encontraram Francisco Djalma.

A família conseguiu recuperar todos os objetos furtados, menos um brinco de ouro. “Nós temos que agradecer aos policiais e ao Facebook”, afirma Schirley.

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