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28/06/2014 13:04

TI no varejo: independência e integração

Por Carlênio Castelo Branco (*)

Peculiaridades todos os segmentos de mercado têm. Entretanto, o que mais sente os impactos das variáveis econômicas e sociais, conta com mais competitividade, dinamicidade, velocidade e exigência de bom atendimento é o varejo.

Sempre suscetível às variações mercadológicas, o volume de vendas no varejo responde de maneira relativamente rápida às mudanças na conjuntura macroeconômica e nos indicadores mais diretos de renda dos consumidores. Datas comemorativas, grandes eventos, mudanças climáticas, cultura... Inúmeros são os fatores que interferem na dinâmica do segmento e a garantia de uma operação estável é essencial para sua sobrevivência.

O varejo é um dos segmentos que tem as mais diferentes necessidades do mercado e, por isso, merece atenção especial. Implantar sistemas de gestão em empresas varejistas é um desafio e as companhias de TI têm de incluir todas as peculiaridades do segmento em seus softwares para que as rotinas tenham agilidade e para que as empresas ganhem ainda mais competitividade.

Um bom sistema de gestão permite aos gestores dedicação ao negócio ofertando variedade e colocando os produtos no momento e no lugar que os clientes desejam, sem se distanciar das tendências de comportamento e consumo que exigem decisões cada vez mais velozes e certeiras. Ao gerenciar os processos administrativos com precisão e flexibilidade, a TI pode, ajudar os varejistas a melhor entender o comportamento dos clientes – o que eles compram, quando, como e por quê o fazem, e onde, em que canal – dentro e fora da loja.

O varejo é um ambiente muito rico e há espaço para muitos fornecedores mostrarem seus conhecimentos e contribuírem com uma integração de dados nunca antes vista na história. Big Data já é realidade e nossas experiências tornam-se cada vez mais globais, multicanais e digitais.

A cadeia de suprimentos no setor de varejo está mudando rapidamente aonde a reciprocidade de informações com os parceiros, o compromisso e a confiança conduzem as organizações a pensarem estrategicamente em maximizar o seu retorno por meio da compatibilidade de interesses e monitoramento conjunto das tendências de mercado. Ocorre a quebra das fronteiras organizacionais, onde o fornecedor desenvolve não apenas relações comerciais de compra e venda, mas torna-se agente de ampliação do portfólio de produtos e serviços na cadeia de suprimentos, tornando-se mais dinâmico.

Todas essas peculiaridades do segmento apenas direcionam nossos olhares ainda mais ao cliente. Seja para incrementar a produtividade, agilizar processos ou criar novas oportunidades de negócios, nenhuma tecnologia será plena se não melhorar a experiência de compra, dar conveniência e surpreender e encantar o cliente.

(*) por Carlênio Castelo Branco, CEO da Senior

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