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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

18/05/2017 14:50

Um país atônito!

Por Julião Gaúna (*)

Após alguns meses de calmaria e retomada, ainda que tímida, da recuperação econômica do Brasil e votação das reformas trabalhista e previdenciária, trazendo um pouco de esperança por um futuro melhor para o Brasil, fomos surpreendidos por novas denúncias, que podem novamente parar o País.

É natural que fiquemos atônitos, mas, meus amigos, é hora de levantar a cabeça, arregaçar as mangas e mostrar que o rumo das transformações que estão em curso deve ser mantido. Para isso, deveremos pressionar para que, independentemente da solução que seja dada, que ela esteja vinculada e compromissada com a continuidade das reformas.

Temos que aprender conviver com as interferências político-judiciais em nossas vidas, pois parece que ainda teremos muitas emoções nesses campos. Porém, temos que apontar as reformas e a condução sensata da economia como prioridades para que as decisões que forem tomadas e quem estiver no comando sejam comprometidos com o desenvolvimento do Brasil.

Não teremos um salvador da pátria para nos alimentar, um bom pastor para nos guiar, um presidente que nos “dará” algo ou nos fará mais do que podemos fazer nós por nós mesmos. Somente nós somos os responsáveis pela recuperação do nosso Brasil.

Não porque somos melhores ou maiores, mas, porque dessa ação conjunta e determinada depende o futuro de nossos filhos e empresas. Não sou esquerda ou direita, sou brasileiro. Respeito opiniões contrárias, mas ninguém pode ficar impune, sejam empresários ou políticos envolvidos com esse tipo de conduta corrupta e nociva.

Quando pensávamos que estávamos começando a sair do poço, somos novamente empurrados de volta ao buraco. Os empresários que acreditam na velha forma de fazer as suas empresas crescerem e prosperarem devem rever esses conceitos.

Vamos trabalhar e lutar, por enquanto, é o que nos resta. Mas façamos desde já um pacto pelos nossos filhos, funcionários, empresas e pelo nosso bem-estar. Vamos levantar as cabeças, pois, teremos que nos mobilizar ainda mais. E que Deus esteja conosco! 

(*) Julião Gaúna é empresário da indústria gráfica em Mato Grosso do Sul, presidente do Conselho Diretivo da Abigraf Nacional e da Abigraf/MS e Sindigraf/MS.

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