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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

29/04/2013 16:47

Após quatro meses, Prefeitura licita compra de hortifrutis para creches

Nícholas Vasconcelos
Licitação vai atender demanda de hortifruti dos 96 Ceinfs de Campo Grande. (Foto: Marcos Ermínio)Licitação vai atender demanda de hortifruti dos 96 Ceinfs de Campo Grande. (Foto: Marcos Ermínio)

Com problemas no abastecimento de merenda desde o início do ano, a Prefeitura de Campo Grande anunciou, hoje, a abertura de processo de compra de hortifruti para os 96 Ceinfs (Centro de Educação Infantil). De acordo com Diogrande (Diário Oficial de Campo Grande) desta segunda-feira (29), a licitação presencial é de “menor preço por item” par atender os Ceinfs administrados pela Semed (Secretaria Municipal de Educação) e o pregão será no dia 15 de maio.

Os interessados em participar devem procurar Cecom (Central de Compras), na sede da Prefeitura de Campo Grande, na avenida Afonso Pena, n°3.297, para obtenção do edital.

A falta de merenda causou reclamação entre pais e funcionários do Ceinfs, em alguns casos com eles tiveram de levar os itens em falta da merenda. A situação chegou a motivar a visita de vereadores Flávio César (PT do B) e Carla Stephanini (PMDB), presidente e vice-presidente da Comissão Permanente de Assistência Social, até os centros de educação.

Os parlamentares constaram a falta de frutas e verduras e a secretária municipal de Assistência Social, a vereadora licenciada Thaís Helena (PT), disse que houve atraso no processo de compras.

Na ocasião, o prefeito Alcides Bernal (PP) creditou o atraso a problemas de comunicação entre diretores dos Ceinfs e a Prefeitura, além de culpar fornecedores que estariam demorando para entregar ou fornecendo alimentos de má qualidade.

Esta é segunda licitação de compra de merenda aberta pela Prefeitura, a primeira aberta no dia 4 deste mês, para aquisição de arroz, carne bovina, coxa e sobrecoxa de frango. Anteriormente o processo chegou a ser suspenso pelo TCE (Tribunal de Contas do Estado) que detectou falhas no edital, que poderiam comprometer a escolha da fornecedora.


O documento previa “menor preço por item” e “menor preço lote item”, motivo que levou ao cancelamento da licitação pela Prefeitura.



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