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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

04/09/2011 11:59

Contra insegurança, taxistas fazem novo protesto nesta 2ª na Capital

Fabiano Arruda

Profissionais vão cobrar mais segurança contra onda de assaltos em Campo Grande

Pelo menos 150 taxistas participam de mobilização nesta segunda-feira. (Foto: Pedro Peralta)Pelo menos 150 taxistas participam de mobilização nesta segunda-feira. (Foto: Pedro Peralta)

Pelo menos 150 taxistas farão, nesta segunda-feira, por volta das 10 horas, na região central de Campo Grande, contra a onda de assaltos registrados contra profissionais do setor nos últimos dias.

A informação é de Jair de Freitas, 37 anos, proprietário do veículo roubado e recuperado ontem à noite após ação do 1º Batalhão da Polícia Militar.

Os profissionais do setor também acreditam que a retirada do dinheiro nos ônibus de transporte coletivo refletiram diretamente nos crimes contra os taxistas.

“Vamos reivindicar uma reunião com a Secretaria de Segurança Pública para discutirmos o assunto. Precisamos de segurança”, afirma.

O carro de Jair, um Fiat Siena, foi alvejado por tiros disparados por policiais militares, que agiram para conter a dupla de assaltantes que conduzia o veículo.

Nesta manhã, ele mostrava os prejuízos. “Terei R$ 1,5 mil de gastos, fora os dias parados”, conta. O Siena foi atingido pelos tiros nas laterais, vidro traseiro, além de ter um pneu estourado durante a fuga dos bandidos.

Apesar dos danos, Jair comemora o fato do carro ter sido recuperado e o motorista que o conduzia não ter sofrido ferimentos. No entanto, lamenta a onda de insegurança. “Toda vez que toca o celular logo penso ser assalto”, diz.

Para ele, caso as autoridades não tomem alguma providência, é possível que taxistas queiram agir “por conta própria” para ser proteger e “fazer justiça com as próprias mãos”.

Dono de táxi roubado mostra prejuízos. (Foto: Simão Nogueira)Dono de táxi roubado mostra prejuízos. (Foto: Simão Nogueira)

Coordenador de um ponto de táxi na Afonso Pena há 12 anos, Cleto Jacob, de 75 anos, afirma que os assaltos são reflexos do crescimento da cidade. “Oriento a frota para tomar cuidado porque taxista não deve andar armado. Quem anda armado é bandido”, acredita.

Já Antônio Valentim da Silva, de 68 anos, conta que foi vítima de assalto no dia 26 de agosto, quando um colega de profissão foi assassinado em Campo Grande com dois tiros na cabeça.

Ele revela que esteve na mira de dois assaltantes e destacou que manter a calma é a melhor saída. “Vários taxistas foram assaltados naquele dia”, relata.

Kazunori Miyashiro, de 57 anos, outro taxista que atua na avenida Afonso Pena, sinalizou que, caso as estatísticas permaneçam, a saída para os motoristas será trabalhar apenas com cartões e parar de trabalhar com dinheiro.

“A Polícia deveria nos apoiar mais”, declara, lamentando que não há como prever que passageiro pode cometer assalto. “Entrou no taxi é passageiro, seja da raça e credo que for. Não importa a aparência”, pontua.



acho que apolicia tem que abordar os taxi tem muito taxista aprontando tambem
 
Marcus Vinicius de Sena em 04/09/2011 09:00:17
Primeiramente quero externar minhas condolências à família de um amigo, amigo este que fez parte de minha adolescência e fase adulta, depois ao trabalhador incontinente que sempre foi, de sol a sol, sempre buscando, honestamente garantir uma vida mais digna à sua pessoa e família; Mas... temos que pensar que sua morte não foi em vão, e, nos leva a refletir sobre os problemas que aí ficaram, falo da criminalidade, daquele velho ditado popular: “vestir um santo e tirar a roupa de outro, trocar seis por meia dúzia”, diante do contexto, esse é o problema que se imagina que será gerado com o fim do recebimento de dinheiro pelos coletivos, então...
Sendo assim, começo, reiteradamente, por criticar a maneira como se busca contar os roubos a coletivos, pois, além de contrariar normas vigentes de natureza federal, não resolverá o problema dos roubos ao colocar em prática a vedação ao recebimento dinheiro pelos coletivos da capital (Campo Grande/MS), haja vista que o problema é de uma dimensão muito maior já que tal recusa não acabará com os autores da prática de roubo que alimenta, por exemplo, a falta de caráter, o seu vício por drogas, mesmo que para isso tenha que violentar ou até mesmo ceifar a vida de um trabalhador.
Usuários de drogas, por exemplo, não tem limites, furtam, roubam da própria família em muitos casos; Sendo assim, fica a indagação: para onde migrará estes autores destes roubos a coletivos? , afinal, o dinheiro da droga terá que aparecer para alimentar o vício e abstinência destes usuário e criminosos, e, de qualquer jeito, no juízo destes criminosos!
Então, diante de tal situação vejo como temerosa a prática que se adota em não receber dinheiro nos coletivos, pois, os autores dos roubos poderão migrar para outros segmentos que portam vulneravelmente valores (dinheiro), a exemplo, os taxistas, pequenos comerciantes, ao que tudo indica, embora careça de melhor abordagem, que tudo caminha para tal realidade, afinal, é uma tendência lógica.

Ass. Eduardo Juliace
Bacharel e licenciado em História;
Bacharel em Direito;
Bacharel em Ciências Sociais;
Especialista em Direito Penal e Processual Penal;
Especialista em Gestão de Segurança Pública;
Graduando em Comunicação Social: Habilitação em Jornalismo.

 
Eduardo Juliace em 04/09/2011 07:29:27
meu querido jair agradeça muito a deus por ele ter de dodo este livramento e adore o senhor por que se ele nao nos ajudar nem policia da conta mais graças a deus temos uma policia q nao dorme parabens a esses valorosos homens q deixa sua familia em casa para cuidar de nos e da nossa familia senhores pms meu muito obrigado dedico o salmo 91 vers 7 a voces"caiam mil ao teu lado,e dez mil a tua direita;tu nao serás atigido. q deus abençoe a todos!
 
weiller felizardo gimenez em 04/09/2011 06:29:15
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