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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

20/06/2012 20:03

Delegado afirma que pediu exames para averiguar abuso sexual em professora morta

Mariana Lopes

No dia do crime, quando Júlio assassinou a professora Juliana Corraleiro da Silva, no bairro Coophavila II, o delegado disse que solicitou ao IMOL uma série de exames

Momento quando a funerária retira o corpo da vítima de dentro da casa (Foto: Minamar Júnior)Momento quando a funerária retira o corpo da vítima de dentro da casa (Foto: Minamar Júnior)

O delegado Ivahyr Luiz de Campos, da Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) do bairro Piratininga, afirmou nesta quarta-feira (20), que solicitou ao IMOL (Instituto Médico e Odontológico Legal) uma série de exames para averiguar se houve ou não violência sexual no latrocínio da professora Juliana Corraleiro da Silva, ocorrido no dia 8 de junho, no bairro Coophavila II, em Campo Grande.

De acordo com o delegado, que fez as diligências no local do crime, a suspeita de abuso sexual foi levantada pela situação na qual a vítima foi encontrada. “Era uma noite fria e ela estava apenas com as roupas íntimas, sendo que a calcinha estava posicionada meio de lado”, pontua.

Entre os exames solicitados pelo delegado no dia do crime, ele destaca os de conjunção carnal, para confirmar se houve penetração, de ato libidinoso diverso da condição carnal, coleta de material orgânico sob as unhas da vítima, além de exame de levantamento papiloscópico e vistoria do local.

Contudo, o delegado Ivahyr ressalta que apenas atendeu o local e que não está com o inquérito. Porém, ele explica que se for comprovado que houve a violência sexual, Júlio César de Almeida, 35 anos, assassino confesso da professora, responderá também por estupro, que agrava a pena, aumentando de 6 a 10 anos o tempo de prisão.

O delegado Ivahyr se pronunciou após a declaração do delegado da Derf (Delegacia Especializada em Roubos e Furtos), em coletiva na manhã de hoje, quando disse que não havia pedido de exames sobre a possibilidade de a professora ter sofrido violência sexual.

Caso - Júlio César de Almeida foi preso na noite de ontem, por policiais da Derf, pelo latrocínio da Juliana Corraleiro da Silva, na madrugada do dia 8 de junho, no bairro Coophavila II. Ele confessou e crime e disse em depoimento que matou para roubar aparelhos eletrônicos da casa e trocar por 30 pedras de crack.



Penso que todos devemos aprender algo,ter uma religiao e acreditar que podemos ser melhores.Gostaria muito de ver um dia,as pessoas que cometem crimes,assaltos,trafico e etc.trabalhando pelo proprio sustento,acho que a cadeia deveria ser como uma escola da vida,onde as pessoas possam aprender a ganhar a vida honestamente e praticar o que os pais nao conseguiram ensinar.Cadeia,trabalho,fé,educaçao!
 
marilene leite em 21/06/2012 04:53:56
E depois ainda vem o povo dos Direitos Humanos defender essa corja. Pena máxima e trabalho forçado. É assim que tinha que ser.
 
Fernando Silva em 20/06/2012 09:38:20
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