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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

08/09/2015 16:22

Inconformado com a separação, rapaz ameaçava se jogar no Rio Anhanduí

Paulo Yafusso e Juliana Brum
Bombeiros levaram uma hora e meia para convencer o rapaz que ameaçava se jogar no rio (Foto: Gerson Walber)Bombeiros levaram uma hora e meia para convencer o rapaz que ameaçava se jogar no rio (Foto: Gerson Walber)

Três equipes do Corpo de Bombeiros e um do Samu foram mobilizadas para a operação de resgate do ex-guarda civil municipal Mário César Gonçalves, de 37 anos, que ameaçava se jogar no rio Anhanduí, próximo ao Hospital Regional de Campo Grande. Os bombeiros foram acionados por volta das 14h por populares que viram o rapaz na chuva, na margem do córrego gesticulando e falando sozinho.

O tenente do Corpo de Bombeiros, Paulo Costa Neto levou cerca de uma hora e meia para convencer Mário César a não tentar o suicídio. Depois que ele desistiu da ideia de se jogar no rio, que estava com a correnteza forte por conta da chuva que atinge a Capital desde o fim da manhã, foi atendido por uma ambulância do Samu.

A mãe dele, a dona de casa Ana Lúcia Gonçalves, acompanhou todo o trabalho dos Bombeiros. Ela disse que o filho foi desligado da Guarda Civil Municipal depois que passou a apresentar depressão por conta da separação da mulher, a também Guarda Civil Alessandra da Silva. Eles viveram 12 anos juntos e tiveram dois filhos.

Ana Lúcia contou que depois da separação Mário César entrou em depressão e passou a morar sozinho na Cidade de Deus, próximo ao aterro sanitário da Capital. Mário César e Alessandra teriam reatado o relacionamento neste fim de semana, mas voltaram a brigar hoje pela manhã e por isso ele ameaçou se matar, jogando-se no rio Anhandui.

A ex-esposa foi levada pela Defesa Civil até o local e acabou desmaiando durante a conversa com o rapaz. Foi atendida pela equipe do Samu que foi chamada para atender a ocorrência. Segundo explicou o tenente Paulo Costa Neto, os Bombeiros foram chamados para fazer a negociação por se tratar de um rio e a vítima poderia se afogar. Além da equipe que fazia a negociação, outras duas ficaram posicionadas rio abaixo, para fazer o resgate caso o rapaz se jogasse no leito do rio.



Esse cidadão e nem a esposa dele foram Guardas Municipais, eles trabalhavam como auxiliar de limpeza no comando da Guarda Municipal por uma empresa tercerizada.
 
Reinaldo em 08/09/2015 19:17:28
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