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Campo Grande, Domingo, 15 de Setembro de 2019

19/08/2019 22:33

Ministro se compromete a avaliar projeto para moradias no Hotel Campo Grande

O prefeito Marquinhos Trad (PSD), entregou o projeto de revitalização ao ministro Gustavo Canuto, nesta segunda-feira

Adriano Fernandes
Hotel Campo Grande foi construído na Rua 13 de Maio, uma das principais da cidade. (Foto: Arquivo) Hotel Campo Grande foi construído na Rua 13 de Maio, uma das principais da cidade. (Foto: Arquivo)

O ministro do Desenvolvimento Regional do Brasil, Gustavo Canuto, se comprometeu a avaliar o projeto entregue pelo prefeito Marquinhos Trad (PSD), nesta segunda-feira (19) que vislumbra transformar os 82 apartamentos do Hotel Campo Grande em moradias populares. O prédio histórico está fechado há 21 anos.

“Vou olhar para ver se se enquadra na linha de crédito habitacional que temos para famílias de baixa renda”, disse Canuto. Se o projeto de revitalização for aprovado, os apartamentos poderão ser financiados com regras semelhantes ao “Minha Casa, Minha Vida” ou ser disponibilizados para locação social, onde moradores de baixa renda que não tem um teto pagarão um valor mínimo, para morar de aluguel no prédio histórico.

“Pessoas pobres e vulneráveis vão morar no Centro da cidade”, comentou o prefeito, durante o encontro. “O prédio do hotel está carcomido pela ferrugem e vai virar moradia para 260 famílias, que recebem até três salários mínimos por mês”, completou otimista, diante da possibilidade do prédio voltar a ser utilizado.

O projeto - Orçado em R$ 38 milhões, o projeto prevê unidades habitacionais, com menos de 30 metros quadrados.No térreo, funcionária um setor de atendimento da prefeitura, além de uma base da Guarda Municipal no Centro.

A maquete projetada inclui a figura do poeta Manoel de Barros na fachada em concreto aparente do hotel. O nome seria "Menino do Mato", titulo de uma das últimas obras do escritor falecido em 2014.

Dos R$ 38 milhões pleiteados, R$ 25 milhões são para as obras arquitetônicas e R$ 13 milhões para pagamento da desapropriação do prédio. A verba toda seria do Pró-Moradia, que tem a linha chamada Retrofit, justamente para projetos arquitetônicos envolvendo prédios abandonados em centros urbanos.

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