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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

12/04/2015 17:52

Muitos apoiam motivos, mas não participam de manifestação

Priscilla Peres e Michel Faustino

O domingo está sendo tranquilo e normal para muitas pessoas que decidiram não participar do protesto, mas que mesmo assim, dizem apoiar a causa. O fim da corrução, a redução dos impostos e a saída da presidente Dilma Rousseff (PT) do poder, estão entre as bandeiras defendidas.

A empresária Marcia de Oliveira, 43, foi para a rua em 15 de março, mas hoje optou por fazer suas atividades normais e apenas apoiar, de longe, o protesto. Com o tornozelo machucado, ela conta que não conseguiu acompanhar a manifestação, mas que defende que ela aconteça.

"É muito bonito isso, é uma demonstração da democracia. É digno, porque vemos muita coisa errada, roubalheira, corrupção. Eu defendo uma reforma política, mas sou contraria ao impeachment ou intervenção militar, porque a presidente foi eleita pelo povo", afirma a empresária.

Já o funcionários público Roberto Santos, 48, foi até o Parque das Nações fazer sua caminhada hoje e defendeu o protesto. "Se eu não estivesse tão cansado eu participaria, mas fiz questão de vim até a afonso pena e prestigiar, mesmo que de longe. A situação do país é grave, vivemos uma crise, aumento da energia, combustíveis e isso é uma forma de pressionar e mostrar que o povo tem voz".

Para o padeiro Ronald Marco Martins, 25, a iniciativa é boa. "Sabemos que é algo pacífico e que tem legitimidade. Eu mesmo uso o transporte coletivo e senti o aumento no preço em todas as áreas, precisamos mudar isso. O povo tem poder", conta.

O protesto saiu da praça do Rádio Clube por volta das 16h30 e sobe a avenida Afonso Pena até o cruzamento com a avenida Dr. Paulo Coelho Machado. No final, eles vão voltar até o local de partida.



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