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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

19/03/2014 14:57

Mulher perde bebê após ficar internada 24h e sem soro, denuncia família

Graziela Rezende
Michele pousou para foto antes de perder a criança na Santa Casa (Foto: Arquivo Pessoal)Michele pousou para foto antes de perder a criança na Santa Casa (Foto: Arquivo Pessoal)

Com a bolsa estourada, conforme familiares, Michele Nantes Ribeiro, 19 anos, passou 24h sem receber o soro na Santa Casa e foi forçada a realizar o parto natural. Parentes disseram ainda que alguns profissionais fizeram o toque, porém mesmo com 6 cm de dilatação e contrações, ninguém iniciou o procedimento e o bebê, saudável até o momento, nasceu morto.

“Ela estava em casa às 7 da manhã de ontem, já com 41 semanas e cinco dias de gestação, quando estourou a bolsa. A Michele então deu entrada no pronto socorro logo depois, sendo encaminhada para o terceiro andar. No entanto, mesmo com o último ultrassom apontando uma criança de quase quatro quilos, eles quiseram forçar o parto natural e não deram o soro neste período”, acusa a cunhada, Janicléia Oliveira Cordeiro, 32 anos.

A todo momento, Oliveira diz que os profissionais qualificavam o nervosismo de Michele por ser a sua primeira gestação. “Ela teve uma gravidez saudável, fez todo o pré natal e o último diagnóstico do médico, pouco antes do nascimento, era de um bebê saudável. No entanto, ela recebeu dois piques e a cabeça da criança ficou presa ao útero, sendo que ela nasceu morta”, conta a cunhada.

Sobre a gestação, a cunhada diz que Michele teve uma gravidez saudável e que inclusive limpou a sua casa um dia antes do parto. “Ela arrumou o enxoval, esperava pela criança e realmente houve negligência no hospital. Como um bebê de 3,850 kg nasce de parto natural?”, critica a cunhada.

Segundo a assessoria de imprensa do hospital, a internação do Michele realmente ocorreu às 8h14, sendo que o quadro evolutivo dela será informado posteriormente. A criança está no necrotério do hospital.

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Bom Luis Fernando sua mulher tem um organismo a moça tem outra,e esse que ta sendo o problema dos médicos eles estão avaliando uma paciente pelo quadro de outras não significa que sua mulher pode outras vão poder e pelo que vc disse ai provavelmente seu medico não foi do sus senão não seria maravilhoso muitas mulheres saem depois de um parto normal traumatizadas são rasgadas,levam toque de varias pessoas diferentes não tem acompanhamento de familiar e as vezes tem ate enfermeiras que sobem em cima para forçar o bebe a sair então volto a repetir cada cada caso e um caso
 
Fabiola Pinheiro Da Silva em 21/03/2014 11:53:01
No dia 24 de janeiro deste ano aconteceu exatamente igual com a minha cunhada.
Que infelizmente também perdeu sua filha.
 
Jucilene Artheman Luiz em 20/03/2014 14:06:20
Agora vão dizer que tinha cubano no plantão? Pelo amor de Deus...tanto a Maternidade Candido Mariano quanto a Santa Casa estão se tornando verdadeiros açougues. A menina não tinha condições de ter o parto normal e os médicos forçando pois o SUS paga apenas o parto normal? Esperamos que a justiça seja feita, que os açougueiros sejam punidos .... um bebê saudável é perdido infelizmente....tá até parecendo controle de natalidade chines...infanticidio para controle do crescimento demográfico.
 
Karla Cavalcante de Jess em 20/03/2014 00:41:51
Em relação aos possíveis complicadores para que Michele pudesse ter seu filho, eu não sei, portanto, não comento. Em que pese a dor pela perda do filho, e nisso somos solidários, caberá ao hospital, ao CRM e a própria justiça esclarecer. A família tem que "correr atras". Se houve negligencia ou imprudencia por parte dos profissionais de saúde, isto deve ser esclarecido e os responsáveis severamente punidos. Mas em relação ao peso ser impedimento para um parto normal, conforme insinua a cunhada da Michelle, ai eu discordo. Minha mulher é de baixa compleição física, coisas da própria raça, mas nossa segunda filha nasceu com 4.180Kg, de parto normal. Graças a Deus, foi um parto muito bem conduzido pelo médico obstetra Alex Cunha Alonso, parto em que eu tive o privilégio de ajudar o médico
 
Luis Fernando Ferreira da Silva em 19/03/2014 23:08:25
Estes fatos deixa a gente meio desacreditado com nossos profissionais da saude, alguns deles não levam a serio e até mesmo menospreza as reclamações de alguns paciente, outros acham que sabem tudo, enfim muitos pacientes infelizmente acabam morrendo por negligencias destes profissionais, e na hora de apurar responsabilidades funciona o corporativismo e tudo fica em casa.
 
juvenil marques do vale em 19/03/2014 20:59:29
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