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Campo Grande, Quinta-feira, 21 de Setembro de 2017

23/08/2017 11:56

Não há provas materiais, diz advogado do suspeito de esquartejar Kauan

Defensor acredita que Ministério Público irá pedir que as investigações prossigam

Guilherme Henri
Advogado de defesa Alessandro Farias Rospide  (Foto: Amanda Bogo)Advogado de defesa Alessandro Farias Rospide (Foto: Amanda Bogo)

Pela falta de provas concretas, a defesa de Deivid Almeida Lopes, 38 anos acredita que mesmo com a conclusão do inquérito da Polícia Civil, o MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) não irá oferecer denúncia contra seu cliente.

Deivid é apontado pela polícia como o principal suspeito de estuprar até a morte, esquartejar e depois jogar o corpo de Kauan Andrade Soares dos Santos, 9 anos, no rio Anhanduí, no dia 26 de junho, em Campo Grande.

O advogado Alessandro Farias Rospide acredita que o MPE irá solicitar que a Polícia Civil prossiga com as investigações, devido a falta de materialidade no caso.

“Tudo foi norteado com base no depoimento de um adolescente de 14 anos. Até esta nova versão de que o menino foi esquartejado depois de morto. Mas, esse fato surgiu depois que este rapaz estava na Unei (Unidade Educacional de Internação), onde sabemos que existe uma ‘pressão’”, acredita.

Ainda segundo o defensor, Deivid continua negando que tenha participação no crime e diz que não tinha contato com Kauan.

Investigação – O suspeito está preso desde o dia 21 do mês passado. Conforme apurou o Campo Grande News, o que pode comprovar a hipótese de esquartejamento é a dificuldade em encontrar o corpo. Esta versão foi divulgada pela Polícia Civil ontem (22).

Buscas minuciosas foram feitas pelo Corpo de Bombeiro na região, por pelo menos sete dias e apenas um saco plástico, com uma suposta mexa de cabelo foi encontrado no local.

Os detalhes juntamente com a conclusão do inquérito serão apresentados nesta sexta-feira (25).




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