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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

29/04/2011 12:08

Nelsinho afirma que vai cortar ponto de professores faltosos

Aline dos Santos
Nelsinho vai retornar amanhã à ACP para conversar com professores. (Foto: Denilson Secreta)Nelsinho vai retornar amanhã à ACP para conversar com professores. (Foto: Denilson Secreta)

O prefeito de Campo Grande, Nelsinho Trad (PMDB), reagiu hoje à paralisação de aulas nas escolas municipais devido à mobilização dos professores, que estão em negociação salarial com a prefeitura. Trad afirmou que vai cortar o ponto dos faltosos.

“Não foi legal esta atitude dos professores que paralisaram as aulas hoje. O combinado não custa caro, e isso não foi o combinado. Estamos em plena negociação, a bom termo, com tranqüilidade. Ninguém gosta de ser passado para trás. A partir do momento em que eu me reuni com os representantes da categoria por duas vezes ontem e combinei de ir à ACP neste sábado, às 9h, para explicar em detalhes a nossa proposta, e eles concordaram com isso, garantindo que as aulas hoje seriam normais, não há desculpa para terem suspendido as aulas em algumas escolas. Portanto, quem faltou hoje terá o dia descontado”, afirmou o prefeito, por meio da assessoria de imprensa.

Conforme o vice-presidente da ACP (Associação de Profissionais de Educação Pública em Campo Grande), Amarildo Sanches da Silva, pelo menos 50% das escolas estão fechadas. A categoria justifica que está em assembleia permanente. As reuniões afetam o funcionamento dos colégios desde a tarde de quarta-feira.

Ontem, o prefeito participou de duas reuniões com a categoria. No fim da manhã, Trad se reuniu com uma comissão e à tarde foi até a ACP. Ele retornará amanhã à associação, para reunião com os professores.

Nesta sexta-feira, Nelsinho afirmou que a prefeitura continua de portas abertas para o diálogo e pontuou que – com a proposta atual – o salário dos professores do município é o melhor do Estado e o segundo melhor do país.

Ontem, a Câmara aprovou o reajuste para o magistério. Segundo o prefeito, a proposta ainda pode ser mudada por meio de emenda.

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Na nossa concepção de educadores houve sim uma intenção de desmobilização isso é fato, com relação ao ponto é certo que somos responsáveis e nunca faltamos com nossos compromissos. Supondo que realmente se preocupam com o aluno (salas lotadas, poucos recursos e condições de aprendizagem) então com certeza teremos que repor os dias letivos com base no calendário escolar, sendo assim, mesmo cortando o ponto, teremos outro ponto pra repor este dia. Dura lex, sed lex.
 
Leila Freitas em 02/05/2011 06:10:27
É mesmo cria do André (ditador). Cade os direitos constitucionais dos trabalhadores senhor Prefeito? Daqui o Gov e o Pref estarão andando de chibata na mão...
 
Edson Souto em 29/04/2011 12:43:16
Não sou professora, não trabalho em escolas...mas estou de pleno acordo com os educadores, nossa Capital está abandonada e o nosso prefeito parece não ver, quisera eu organizar um monte de gente, fechar as ruas, fazer protestos, para melhorias em nossas ruas, nos transportes, na segurança, na educação... apesar que se isso fosse possível, era bem capaz de aparecer o efetivo de policiais nas ruas para repreender as ações... aff... tem mais jeito não
 
Rose`Pereira em 29/04/2011 05:00:07
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