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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

10/03/2015 19:29

Polícia não localizou golpista que faturou R$ 28 mil com suposta venda de casas

Alan Diógenes
Cícero debochava das vítimas postando fotos em festas regadas a bebidas. (Foto: Alcides Neto)Cícero debochava das vítimas postando fotos em festas regadas a bebidas. (Foto: Alcides Neto)

Cícero Vicente Lescano de Oliveira, 35 anos, acusado de utilizar o WhatsApp para aplicar o golpe do programa Minha Casa, Minha Vida, em 18 famílias de Campo Grande e faturar R$ 28 mil com o crime, ainda não foi localizado. Na sexta-feira (6) ele fez uma publicação na rede social Facebook, dizendo que estaria em um pagode no Bairro Coophavila.

Após o fato, segundo a delegada Célia Maria Bezerra da Silva, responsável pelo caso, as vítimas foram no local ver se encontrava ele, sem sucesso. “Depois tive a informação de uma das vítimas de que ele não apareceu. Elas acreditam que seja mais um deboche do acusado”, comentou.

Outra postagem de Cícero mostra fotografias dele na cidade de Santarém-PA em um hotel quatro estrelas. Por conta disso, a delegada já mandou uma carta precatória para o delegado daquela cidade explicando o que aconteceu. O objetivo é indiciar o acusado pelo crime de estelionato, localizá-lo e pedir a prisão preventiva. 

Caso - Cícero se apresentou às vítimas como Renato Vicente. Morando em hotéis, fã de pagode e frequentador das casas noturnas na Capital, ele recorreu ao aplicativo WhatsApp para fazer as vítimas. Ele se apresentou como funcionário e gerente da Caixa Econômica Federal.

Inicialmente, prometeu uma casa para quem encontrasse outras pessoas em um grupo no aplicativo que tivessem o mesmo sonho da casa própria. Na Moreninhas, ele faturou R$ 28 mil com o golpe, sendo que cobrou R$ 4 mil de entrada de cada vítima.

Outras sete pessoas pagaram R$ 3,5 mil (R$ 500 cada) para o estelionatário na esperança de conquistar um apartamento no Residencial Leonel Brizola, na Vila São Pedro, às margens da Avenida Nasri Siufi.

De acordo com a delegada, o golpista abusou da boa fé das pessoas, que eram de baixa renda e humildes, com pouca instrução. Todas pagam aluguel e sonham com a casa própria.

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