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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

20/06/2012 06:52

Seminário discute hoje enfrentamento ao tráfico e exploração sexual de mulheres

Paula Vitorino

Acontece hoje (20), a partir das 8 horas, o seminário “Enfrentando o Tráfico e Exploração Sexual de Mulheres”. O evento tem o objetivo de sensibilizar a sociedade para a prevenção, o atendimento às vítimas e a responsabilização dos criminosos.

A expectativa é que cerca de 300 pessoas participem da palestra que acontece no hotel Grand Park. O seminário será aberto com a palestra sobre “Os desafios do atendimento humanizado às vítimas do tráfico de pessoas para fins de exploração sexual”, que será ministrada pela presidente da Associação Brasileira de Defesa da Mulher, da Infância e Juventude, Dalila Figueiredo.

A palestra de encerramento será feita pela jornalista e ativista no enfrentamento à exploração sexual, Priscila Siqueira, que falará sobre “Gênero e tráfico de mulheres, vulnerabilidades e desafios”.

O evento contará ainda com a presença da Subsecretaria de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres da Secretaria de Política Pública para Mulheres do governo federal, Aparecida Gonçalves; da presidente do Observatório Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas, Nilda da Silva e demais autoridades relacionadas ao enfrentamento do tráfico para exploração sexual.

Segundo o levantamento da pesquisa sobre Tráfico de Mulheres, Crianças e Adolescentes para Fins de Exploração Sexual Comercial no Brasil (Pestraf), Mato Grosso do Sul faz parte dos Estados mais vulneráveis para essa prática criminosa, fazendo vítimas principalmente nas regiões de fronteira com o Paraguai e Bolívia, onde o translado de um país para outro é considerado fácil.

O tráfico de pessoas é considerado um dos maiores problemas da atualidade, um fenômeno silencioso que faz mais de dois milhões de vítimas a cada ano para fins de trabalho escravo, casamento servil, remoção de órgãos ou exploração sexual, apontadas como umas das atividades mais lucrativas do mundo. As mulheres negras, entre 15 e 27 anos, com baixa escolaridade, são as principais vítimas.

Mais informações sobre o evento pelo telefone: 3318-1003.



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