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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

16/06/2011 12:11

Homem dá golpe para comprar pá-carregadeira e invadir propriedade

Marta Ferreira
A máquina de R$ 125 mil comprada com cheques que depois foram sustados. (Foto: Divulgação)A máquina de R$ 125 mil comprada com cheques que depois foram sustados. (Foto: Divulgação)

A Polícia Civil localizou ontem em um areeiro de Alcinópolis, na região norte de Mato Grosso do Sul, uma pá-carregadeira comprada por um homem identificado como João Alves Farias, de 52 anos, morador em Campo Grande, que está sendo acusado de estelionato. Segundo a Polícia, ele sustou 19 dos 21 cheques dados à empresa que vendeu o equipamento. A máquina pesada é avaliada em R$ 125 mil.

O caso chama atenção de cara pelo valor do golpe do qual João é acusado mas, além disso, pela história por trás dele. João Faria Alves é alvo de processo na Justiça por ter invadido uma propriedade rural ao longo da BR-163, em Campo Grande, usando uma pá-carregadeira.

Na mesma propriedade, ele também é acusado de bloquear o acesso de funcionários e avançar com a máquina sobre um veículo, que quase tombou.

A máquina de fabricação chinesa com a qual ele “tocou o terror”, nas palavras de quem foi vítima - e não quer se identificar por temer represálias - foi comprada em setembro de 2010, com 9 cheques.

De novo-Todos eles foram sustados, na sequência. A empresa chamou João Alves para negociar, e ele disse não ter dinheiro, segundo consta da ocorrência policial. Mesmo assim, foi feita uma nova transação, com 12 cheques, cada um de nove mil reais.

Antes de o primeiro cheque cair, a empresa descobriu que já haviam sido sustados 10 deles. A compra virou, então, caso de polícia.

A investigação identificou que a máquina estava em Alcinópolis, e ela foi apreendida ontem. João Farias foi indiciado por estelionato e vai responder em liberdade.

A reportagem apurou que ele invadiu uma fazenda da qual foi arrendatário, por 5 anos, e onde mantinha um areeiro. A proprietária, alegando falta de pagamento do combinado, pediu na Justiça o despejo de João Alves. Antes disso, ele se retirou do local e começou a confusão.

Na Justiça, há dois processos sobre o assunto, um em que os donos pediram, e conseguiram, a reintegração de posse da área, um outro envolvendo o bloqueio da estrada e a ameaça a funcionários.

João Alves também é alvo de acusações por violência doméstica e em outro caso de estelionato.

Em 2008, uma mulher de 27 anos, procurou a Polícia para informar que vendeu uma camionete S-10 para João Alves, por R$ 9 mil, e ele não pagou, e ainda disse que não devolveria o bem.

A reportagem tentou localizar João Alves, por meio dos advogados, mas não conseguiu contato até o fechamento da matéria.

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O mais gozado que um pais como Paraguai trata os caloteiros , vai preso enquanto a conta nao for paga o indivuduo fica la curtindo ferias , calote e constitucional aqui ao meu ver pode tudo ate responder em liberdade , alem do bem nao ter sido pago foi usado na boa . entao povao ou damos calote em tudo e em todos ou mudam-se a regras ..... kkkkkkkkkkkkkkkkkk
 
luigi andolini em 17/06/2011 09:24:47
Carlos Fernando, concordo com vc, mas todos têm direito a defesa, inclusive o pior bandido que possa existir. O problema está nas leis de nosso pais, que são muito brandas e possibilitam muitas brechas.
 
Marcelo Francisco em 16/06/2011 03:32:30
que beleza hein, tanto de menor por ai dando trabalho, agora me apareçe esse tiozão dando trabalho tambem. Isso é falta de um corretivo,
 
marcelo martins em 16/06/2011 02:40:29
O Direito existe para defender os cidadãos de bem e garantir a posse mansa e pacífica dos seus bens, podendo buscar onde q
 
CARLOS FERNANDO em 16/06/2011 02:07:25
O Direito existe para defender os cidadãos de bem e garantir a posse mansa e pacífica dos seus bens, podendo buscar, onde quer que se encontem, e das mãos de quem os detenha indevidamente, quando se veem lesado.
O TORTO dessa história, é que,eixistem inúmeros Advogados de plantão, defendendo larápios e trapaceiros, apenas pensando em seus honorários, sem a devida preocupação com a NOBRE função da Advogacacia e com os prejuízos para a segurança social e a segurnaça jurídica do Estado
 
CARLOS FERNANDO em 16/06/2011 01:03:24
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