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Campo Grande, Terça-feira, 20 de Agosto de 2019

16/04/2019 12:03

Alvo do Gaeco, presidente de Câmara foi afastado há menos de 1 mês

Vicente Amaro, do PDT, responde a processo resultado de investigação sobre contratação de fantasma

Anahi Zurutuza
Vereador Vicente Amaro durante sessão da Câmara de Água Clara (Foto: CMAC/Divulgação)Vereador Vicente Amaro durante sessão da Câmara de Água Clara (Foto: CMAC/Divulgação)

Um dos alvos da Operação Negócio de Família nesta terça-feira (16), o vereador Vicente Amaro (PDT) foi afastado da Presidência da Câmara de Água Clara e do mandato por ordem da Justiça no dia 19 de março. A decisão judicial é resultado da Operação Fantasma, também do Gaeco (Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado).

A força-tarefa anterior foi consequência de investigação sobre a nomeação de funcionária fantasma patrocinada pelo pedetista.

Segundo o Gaeco, Alessandra Thomé Vanzin foi nomeada em 2 de janeiro de 2017. Ela recebia salário mensal de R$ 7.350,00, mas conforme a investigação não cumprir expediente e nem desempenhava a função para qual foi designada. “Era uma ‘funcionária fantasma’ e subordinada diretamente à Presidência da Câmara Legislativa, ou seja, ao representado, atual presidente”, consta no texto divulgado pelo MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) à época.

Amaro responde processo por peculato e já conseguiu retomar o mandato, por força de liminar, mas não o cargo de presidente.

Negócio de Família - O Campo Grande News apurou que, nesta terça-feira, o Gaeco esteve na casa do parlamentar e também em endereço onde vive o filho dele. Ainda não há informação sobre se o vereador foi preso.

O Gaeco foi às ruas de Campo Grande, Três Lagoas, Água Clara e Paraíso das Águas nesta manhã para cumprir 15 mandados. As equipes estiveram em 8 endereços e tinham 4 mandados de prisão e 3 de medidas cautelares em mãos.

A reportagem apurou que Além de Amaro, o ex-vereador Valdeir Pedro de Carvalho, o Biroca (MDB), também é um dos alvos da operação.

A operação foi batizada de Negócio de Família, mas o Gaeco não detalhou o motivo.

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