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Interior

Empresário não foi preso em operação do Gaeco por posse irregular de arma

Gaeco cumpriu mandado de busca e apreensão na casa da mãe dele, em São Gabriel do Oeste

Por Silvia Frias | 08/07/2026 10:03
Empresário não foi preso em operação do Gaeco por posse irregular de arma
Residência onde foram feitas buscas em São Gabriel do Oeste nesta terça-feira (7) (Foto: Google Streat View)

Diferentemente do que foi informado na reportagem, Martin Andreatta de Oliveira não foi preso durante a ação ligada à Operação Gutenberg. Segundo o advogado Heitor Miranda Guimarães, que representa a família, Martin também não estava em São Gabriel do Oeste no momento do cumprimento do mandado que tinha como alvo a mãe dele, a empresária Clotilde Lizete Andreatta de Oliveira.

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Martin Andreatta de Oliveira não foi preso durante a Operação Gutenberg e não estava em São Gabriel do Oeste quando a mãe, Clotilde Lizete Andreatta de Oliveira, foi alvo de mandado de busca e apreensão. A defesa nega envolvimento dela com os fatos investigados pelo Gaeco, que apura fraudes em contratos públicos de livros paradidáticos no valor de R$ 27 milhões em Mato Grosso do Sul. A operação cumpriu 16 mandados de prisão e 43 de busca e apreensão.

A empresária foi alvo de mandado de busca e apreensão. A defesa afirma que todos os esclarecimentos serão prestados às autoridades e sustenta que Clotilde não tem qualquer relação com os fatos investigados pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado).

No momento do cumprimento do mandado, a equipe da PM (Polícia Militar) que dava apoio encontrou arma dentro de armário. Segundo a filha de Clotilde, ela foi dada ao irmão, como herança. Um boletim de ocorrência foi aberto por posse ilegal, tendo como autor Martin de Oliveira. O advogado diz que irá comprovar que o armamento está fora de uso.

O texto anterior já foi corrigido.

Operação - A ação deflagrada pelo Gaeco ontem (7) nasceu de uma investigação sobre suspeitas de fraude em contratos públicos para compra de livros paradidáticos em Mato Grosso do Sul.

Segundo o que foi divulgado pelo MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) e, o esquema investigado teria movimentado mais de R$ 27 milhões em contratos públicos. A suspeita central é de que empresários e servidores públicos tenham atuado para direcionar compras de livros paradidáticos por meio de contratação direta, especialmente por inexigibilidade de licitação.

A operação cumpriu 16 mandados de prisão e 43 mandados de busca e apreensão em cidades de Mato Grosso do Sul, São Paulo e Goiás.

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