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Campo Grande, Terça-feira, 15 de Outubro de 2019

12/04/2019 12:43

Suspeitos estavam com três armas e tentaram fugir atirando em policiais

Dois revólveres calibre 38 e um calibre 32 foram encontrados com os três suspeitos mortos na manhã de hoje em Dourados

Helio de Freitas, de Dourados
Revólveres e cartuchos, já embalados como provas, usados pelos três suspeitos mortos hoje (Foto: Adilson Domingos)Revólveres e cartuchos, já embalados como provas, usados pelos três suspeitos mortos hoje (Foto: Adilson Domingos)

A polícia apreendeu três revólveres, dois calibre 38 e um calibre 32, com os três suspeitos mortos em confronto durante a operação “Coruja de Minerva”, nesta sexta-feira (12), em Dourados, a 233 km de Campo Grande. Os irmãos Talisson Rodrigues de Oliveira e Taylor Rodrigues de Oliveira e o vizinho deles, Antonio Alves da Silva Lima, 30, teriam tentado fugir do cerco policial atirando.

Os três foram atingidos pelos policiais. Taylor morreu no local, assim como Antonio, que morava a 50 metros da casa dos irmãos. Talisson chegou a ser socorrido por uma equipe do Samu (Serviço Móvel de Urgência), mas morreu antes de chegar ao hospital.

De acordo com o delegado Rodolfo Daltro, do SIG (Serviço de Investigações Gerais), durante a operação também foi preso Luiz Fernando de Jesus Prado, 22, suspeito de fazer parte da quadrilha que organizava sequestrar pelo menos quatro empresários locais para fazê-los de reféns e roubar seus veículos de alto valor.

Segundo a polícia, pelo menos oito bandidos faziam parte da quadrilha. Além dos três mortos e do preso, outros quatro suspeitos estão sendo procurados. Todos moram nos arredores do Jardim Canaã I, na região leste da cidade. O grupo estava sendo investigado há pelo menos uma semana.

“Eles levantaram a rotina desses empresários, rotina familiar, os bens que eles tinham. Foram vistos passando várias vezes na frente de uma das empresas”, afirmou o delegado Rodolfo Daltro.

Dois suspeitos foram levados para a delegacia, mas o delegado informou que apenas Luiz Fernando permanece preso por ser procurado pela Justiça. O outro tinha feito fotos com duas pistolas e postado em uma rede social, mas alegou que as armas eram de outra pessoa. Como não configurava flagrante, foi liberado.

A operação recebeu o nome de “Coruja de Minerva” em alusão à Minerva, deusa da sabedoria na mitologia romana, sempre associada a uma coruja.

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